Meu melhor amigo está apaixonado por mim e ela é uma menina

Meu melhor amigo é o Harry. Ele é lindo, simpático, educado, divertido, popular, inteligente. O sonho se consumo de qualquer garota. Inclusive o meu. É isso mesmo, eu sou apaixonada pelo meu melhor amigo. Mas ele jamais olharia para mim da mesma forma que eu o olho. Eu não me encaixo nos padrões de “menina perfeita” para ele. Eu sou ... Preste atenção à postura da pessoa quando ela estiver por perto. Se o seu amigo está mesmo a fim de você, ele provavelmente vai adotar uma linguagem corporal mais aberta, com o corpo virado na sua direção — até quando houver mais pessoas na roda. Se o amigo adotar uma postura mais relaxada, com o tronco virado na sua direção, é porque ele fica à vontade com você. Isso não quer ... Reter-se a uma amizade próxima que te emociona e não poder se expressar devidamente é muito, muito doído. Principalmente quando não se tem como base outros afetos e desejos - e é isso que teu amigo precisa procurar. Sei que é foda para ele e pra tu, desejo o melhor procês. Vc é um grande amigo, op. Seu amigo é um cado abusado. Moro com meu melhor amigo da faculdade. Faz alguns meses que uma amiga em comum, por zoeira, pegou meu cel e deu em cima dele Pq td mundo acha que parecemos um casal. Ele ficou mt bravo com essa brincadeira (eu sei que foi de mal gosto), só que na brincadeira ele não deu nenhum fora em mim (no caso na minha amiga). ESTÁ A LER. Meu Melhor Amigo Romance. Bruna e Felipe são duas pessoas completamente diferentes. Ela com seu jeito sonhador de apoia-lo em todas as decisões, e ele com seu jeito engraçado de querer fazer de tudo para arrancar dela uma risada. Gente, eu tô em um impasse e meu coração parece que vai parar. Eu amo muito muito muito mesmo o meu ex, tínhamos terminado e recentemente ele voltou se declarando e dizendo que eu era a dona do coração dele, mas hj 3 semanas depois ele sumiu e começou a marcar uma menina em publicações românticas no Facebook e agora estamos afastados de novo, ele não me deu nenhuma explicação, eu ... Ela se recuperou faz um tempo e está tudo bem agora. Tinha tudo para dar errado, mas nas palavras dela: 'eu falei que ia ver você se formando na faculdade e não é um vírus que vai me impedir agora'. Eu acabei perdoando a minha irmã porque ela realmente se mostrou arrependida e mudou. Tudo voltou ao normal, por agora. Para rir dos meus novos eus, acompanhar minhas mudanças e confiar em quem eu era. Tive noites de frio, e você estava lá. Insônia, pesadelos e você estava lá, atendendo minhas ligações, respondendo minhas mensagens, cuidando do meu sono. Não sei como poderia te agradecer por tudo isso. Você é e sempre foi o meu melhor amigo. eeu estou completamenti apaixonada pelo meu melhor amigo , e tipo tenho medo , vergonha de falar , pois o lucas e tudo pra mim acho que não conseguiria viver sem ele , nossa não sei mais o que fazer acho qui ele está apaixonado por mim pois ele vem na minha casa todos os dias não conseguir ficar sem mi ver , tipo quando ele não está aqui ele comigo , ele ta on no facebook , e logo quando ...

Talvez a pior semana da minha vida ?

2020.08.26 15:47 Toowbiey Talvez a pior semana da minha vida ?

Aconteceu em dezembro do ano passado, eu entrei na faculdade no meio do ano e estava me dando meio mal, não sabia estudar direito e ficava me sentindo mal toda vez que ia estudar , pensando que aqui não ia dar em nada e que não ia conseguir. Antes de eu começar na faculdade eu conheci uma menina que tinha basicamente os mesmos gostos que eu (animes, jogos e blablabla) e eu fiquei apaixonado por ela, só que eu nunca fui muito bom em entender se as pessoas gostavam de mim ou não, então não fazia nada, não "avançava", eu gostava bastante de conversar com ela então adicionei ela em um grupo de Discord com um amigo meu, e era maravilhoso conversar com os 3 juntos ali, depois de uma semana super cansativa da faculdade eu chegava no fim de semana e conversava com eles sobre e ficamos juntos e tal. Vamos para a fatídica semana de dezembro, eu tinha basicamente me fudido em 3 matérias das 4 que eu tinha, eu estava na beira da sanidade naquela época, a cada dia era uma bomba diferente, aí no fim de semana eu entro em call com meus amigos, e recebo a notícia de que eles começaram a namorar, a menina que eu gostava com meu melhor amigo... É, eu meio que quebrei naquele momento, eu sabia perfeitamente que a relação deles não era um ato de traição do meu amigo (até pq ele não é vidente) mas sei lá, eu não conseguia parar de chorar na outra semana, eu acordava triste e ia pro ônibus chorando. Foi um inferno, mas já está tudo bem agora, vai fazer 1 ano do ocorrido e o relacionamento deles não me incomoda ou algo assim. Sei lá eu só queria contar essa história mesmo, ela retorna com frequência na minha cabeça e talz, ainda continuo mal pra expressar meu interesse nas pessoas.
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2020.08.10 00:26 claudiocastagnoli Será que coloquei tudo a perder?

Olá amigos, espero que tenham tido um ótimo domingo e um dia dos pais tranquilo. Venho aqui hoje para pedir uma opinião a respeito de algo que vem me deixando muito angustiado. Contextualizando, tenho 24 anos de idade, sou homem, moro há 10 meses sozinho em uma cidade que não é a minha de origem e que ainda conheço pouca gente. Pra entender os conceitos e causas do que vou contar, é preciso contextualizar a minha situação enquanto ser humano. Eu sempre fui obeso, desde a adolescência. Por mais que isso teve um impacto sobre mim durante toda a minha vida até aqui, eu nunca sofri muito em relação a ações de outras pessoas, como bullying. Acredito que pelo fato de ser bem alto, o que disfarça um pouco os 40kgs acima do peso em que cheguei no segundo mês de quarentena. O fato de ser obeso fez com que eu me tornasse uma pessoa muito tímida, desenvolvesse fobia social e fizesse com que eu não tivesse uma iniciação amorosa, digamos assim, como a maioria das pessoas. Beijei pela primeira vez aos 19 anos de idade, perdi a virgindade aos 22, etc. Eu nunca passei pelo processo de conquista nessas situações, sempre foi algo combinado antes e mecânico, utilizando geralmente o Tinder com um perfil anônimo procurando sexo. O motivo é simples, me sinto muito inseguro e tímido para desenvolver uma relação normal com uma pessoa nesse sentido, fico muito nervoso e quando tentei, diversas coisas aconteceram, como me dar um branco terrível e eu perder todo e qualquer assunto que eu teria com uma pessoa que eu conversava quase todos os dias pela internet. Eu sou uma boa pessoa, sou uma pessoa criativa, carinhosa, atenciosa, eu modéstia parte sempre agradei as poucas meninas que chegaram a ficar comigo, pq sempre pesquisei e estudei muito sobre o que fazer pra satisfazer uma pessoa da melhor maneira possível. Uma dessas garotas, das 3 que ficaram comigo na vida, foi inclusive o mais próximo que tive de um relacionamento, que só não rendeu pq me mudei de cidade na época. Eu nunca fiquei com ninguém, no sentido de sair com uma pessoa e durante esse encontro desenvolver uma atração e terminar o encontro com um beijo ou uma noite juntos. Isso me doía, mas agora anda doendo mais, e explico o motivo.
Logo ao me mudar para esta cidade no último ano, conheci uma garota maravilhosa. Sei o quanto isso pode parecer clichê, mas eu nunca conheci ninguém igual a ela. E só de pensar na personalidade, em todo o carinho que ela me entregou desde o início, eu me emociono enquanto escrevo meu relato. O fato é que do início de 2020 pra cá nos aproximamos MUITO, mas acabamos conseguindo sair apenas duas vezes antes da quarentena começar. Foram dois rolês incríveis que me lembro sempre com certa nostalgia. Depois desse segundo rolê, começamos a nos aproximar de maneira afetiva, e é aí que minha insegurança e inexperiência começa a afetar tudo. Estávamos muito próximos, falávamos de coisas que queríamos fazer, éramos muito carinhosos um com o outro, ela foi a primeira a dizer que me amava, o que me deixou muito feliz. Estávamos muito bem, mas eu estava com medo de estar entendendo as coisas da forma errada, e como já havia sofrido com isso antes, resolvi perguntar. Resumindo, ela disse que se interessava em ter uma amizade colorida comigo. Eu disse que tudo bem, eu também queria isso (por mais que por dentro já soubesse que estava apaixonado). Depois dessa nossa conversa, conversamos posteriormente mais uma vez sobre isso, confirmando o nosso status, mas com o tempo deu uma leve esfriada, o que é normal devido à quarentena. Mas a minha mente insegura ficava sempre buscando confirmações, e sei que isso pode ter afastado ela. Marcamos um encontro em minha casa nas últimas semanas, depois de ficarmos afastados desde março. Eu fiquei MUITO empolgado, fiz de tudo pra recebê-la da melhor maneira possível, deixei minha casa arrumada, cheirosa, comprei uma roupa nova pra usar, fui ao barbeiro, usei meu melhor perfume e recebi ela. Bom, foi muito legal, fizemos várias coisas, mas não rolou nada. Mesmo com ela dando um sinal com um comentário sobre a minha cama logo na chegada. As coisas foram ficando tensas, eu estava tenso, não rolou NADA. E aí volta a questão da inexperiência de nunca ter chegado a essa situação, de ter de criar um clima pras coisas acontecerem, por sempre ter tido apenas relações mecânicas. Ela foi embora depois de passar o dia todo comigo, fiquei frustrado, e como bom inseguro, resolvi comentar com ela na noite do mesmo dia. Disse que achei que iria rolar alguma coisa mas que eu estava um pouco tenso. E ela quebrou meu coração dizendo que não queria mais. Que me ama, mas não quer isso.
Uma semana antes estávamos trocando memes sobre beijo, duas ou três semanas antes estávamos insinuando atos de carinho. Assim que ela chegou na minha casa fez um comentário que soou como um sinal. E ali, ela disse que não queria isso. 🥺 Sei que provavelmente estraguei tudo com minha ineficácia em relação a deixá-la a vontade pra ficar comigo. Nós estamos bem (mas o assunto ficar nunca mais voltou a pauta), já estamos marcando dela vir outra vez nos próximos dias pra comermos algo. Mas agora pergunto a vocês meus amigos e amigas, da forma mais humilde possível: está tudo perdido mesmo? Como posso tentar reverter essa situação?
Obrigado por tudo ❤️
(Obs: estou fazendo terapia pra tratar essas questões pessoais)
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2020.07.22 00:34 browndusky alguém se por favor pode me ajudar corrigir minha gramatica numa tese que fiz?

não sou português mas português foi umas das disciplinas que escolhi em universidade.
Eu falo bem português mas meu português escrito é totalmente lixo.(sei que não é muito professional com todas as palavras vulgares mas ya isto era eu a usar tudo que eu sei)
obg para me ajuderem!


“Colora minha vida com o caos de problemas” esta é uma linha duma canção de Smith que esta menina usou como uma citação no anuário em um filme sentimental de 2011, eu achei fixe esta citação, e por isso escrevi no meu caderno de rascunho e sonhei um dia alguém vindo pra minha vida e colorir-o com caos de problemas.
Eu sempre senti assim, sempre senti que preciso algo mais, a coisa comigo é que nunca me sinto satisfeito com que tenho.
E como muitos outros da minha idade, tentei preencher o vazio com atenção, drogas, animes e especialmente com o amor.
Eu faço parte daquela geração Nepalesa que assiste “3 idiots” e ouve canções românticas do McFlo e pense que não consegue ser feliz sem se apaixonar. Sabes de quem eu estou a falar sobre, aqueles rapazes que têm um exterior áspero mas no fundo eles têm um lado macio basicamente somos tsundere.
Fds nem fiquei triste depois de terminar com minha ex. Eu fiquei tipo olhe mais uma experiência, da próxima vez que eu estiver a namorar não vou cometer os mesmos erros.
Já terminei 3 vezes mas ainda não me sinto triste porque é fixe ter emoções.
A minha esposa podia me trair, levar metade dos meus bens, meu cão e meu filho Ramesh e eu vou ficar sem teto a pensar WHOA emoções são fixes.
Apaixonamento é uma treta que gente inventaram porque ficaram entediados.
“Colora minha vida com o caos de problemas” mas-mas porquê? Es estúpido?
Porque é que vocês querem alguém para foder a sua vida artisticamente?
Deve ser porque gostamos de altos e baixos do amor. Gostamos da montanha russa de emoções que o amor dá e sentimos vivos.
Amor é como bebidas alcoólicas ou bater punheta. Sentimos bem quando fazemos, mas depois de acabar fazer ou consumir nos arrependemos.
Se vocês não me acreditam, há centenas dos estudos detalhando como euforia do amor provoca a mesma sensação no cérebro como cocaine, seus viciados.
Nenhuma outra espécies faz isso coisinha de apaixonar. Os macacos não estão sentados na cama a pensar se é muito pegajoso mandar mensagem para aquela macaco com cú grande. Os macacos não precisam de pensar qual vestido é melhor para o encontro ou se preocupar com o cheiro, eles só fodem. É incrível, eles poderiam a estar comer banana um momento ou matando insetos e boom começam a foder. Eles não se dão mínimo se alguém está a ver ou tirar fotografias. Nós complicamos demais, porque é que é eu preciso de vestir bem e usar perfume e ela tem que dizer ela não costuma fazer isto.
Apaixonar-se não faz qualquer sentido biologicamente é uma nova emoção humana baseado completamente em egoísmo, ciumento e a insegurança.
Vocês malucos decidiram que amor significa pelo lei ficaremos juntos para sempre e se não o fizermos, leva metade do meu dinheiro. MAS PORQUÊ?
Não sou de coração frio porque acredito que amor é real. É algo que compartilhamos com nossa família, nossos amigos, nossos animais de estimação e com o mundo.
O amor torna-se para uma emoção possessiva especificamente humana quando vocês falam de encontrar aquela menina . “QUANDO OLHEI PARA OLHOS DELAS EU SABIA QUE EU IA PASSAR RESTO DA MINHA VIDA COM ELA”
A serio? Eu acho que há algo mal com tua cabeça mano.
Cair de cabeça totalmente cega numa relação é igual á tu projetar tuas inseguranças em outra pessoa. Não estás feliz com tua vida por isso começas a procurar isso em outra pessoa, e isto é insustentável, irreal e perigoso. Talvez não tens amigos, não gostas do teu trabalho, não gostas de ti mesmo ou talvez a tua mãe não te abraçou suficiente quando eras criança. E agora quando encontras uma gaja fixe que ri das tuas piadas, tu agarras nela como uma sanguessuga e tornas-te uma psicopata se ela até olha para alguém.
Isto é porque o amor é tão viciante quanto uma droga, os únicos dois tipos de pessoas que cortaria seus pneus e ameaçaria suicídio é uma viciante de drogas e uma puta louca chamada Verónica(karen).
Mas talvez eu sou sozinho e amargo porque tentei me se apaixonar mas nunca funcionou para mim.
Eu tenho certeza que acontece isto com toda gente.
Achas que gostas uma gaja mas depois de bater a punheta já não é o caso. Percebes que não estavas a pensar com a cabeça certa(é chamado post nut syndrome em ingles).
Agora estou no ponto em que estou aberto à idéia de amor, mas eu não consigo manter conversas com minas da minha idade, elas parecem a viver a vida em Instagram e acho que isto é um chatice. Como vocês não se cansam de usar o instagram depois de uma semana ou um mês? È realmente incrível.
Quando estão a falar de maquiagem, roupas e exes, pá não dou mínimo, a sério não dou mínimo.
Eu percebo que quando falo que não dou mínimo, estou a ser ignorante porque as pessoas se apaixonam alegremente e isso faz eles felizes, pá sou quero o mesmo sentimento, embora que eu saiba que o amor é basicamente cocaine para minha coração.
Eu acho que estou apenas amarga a ver todas essas pessoas juntos alegremente a fazer promessas que provavelmente não vão manter. Parece divertido não parece?
Romance é uma venda fácil. Todos nós gostamos quando o protagonista acaba junto com a menina e ambos ficam felizes para sempre. Gostamos de ver o final feliz. Gostamos de acreditar em "felizes para sempre".
Mas o amor romântico e o amor em geral é muito mais complicado do que fomos levados a acreditar nos filmes de Hollywood.
Não ouvimos que o amor às vezes seja desagradável ou até doloroso, ou que o amor precisa autodisciplina e uma certa quantidade de esforço sustentado ao longo de anos, décadas e uma vida inteira. Essas verdades não são emocionantes. Nem eles vendem bem. A dolorosa verdade do amor é que o verdadeiro trabalho de um relacionamento começa depois que a cortina se fecha e os créditos rolam.
Como a maioria das coisas na mídia, o retrato do amor na cultura pop é limitado ao destaque. Todas as complexidades da vida real em um relacionamento são varridas para dar lugar a títulos emocionantes, a separação injusta e, claro, o final feliz favorito de todos.
Quando somos apaixonados, não podemos imaginar que algo possa dar errado entre nós e nosso parceiro. Não conseguimos ver falhas delas , tudo o que vemos é potencial e possibilidade ilimitados.
Isto não é amor. Isso claramente é uma ilusão. E, como a maioria das ilusões, as coisas não terminam bem.
Eu acho que eu gosto de ideia de amor mas não tenho paciência nem quero comprometer minha liberdade para ela. Eu gosto quando estou o centro da atenção e não gosto quando sou eu que precisa de dar atenção. Sempre que estive num relacionamento a princípio, fico empolgado; mas depois de algum tempo, perco toda a paciência e a interessa.
Eu gosto de ideia de amor e é basicamente que este filme 500 days of summer satirizou.
Eu gosto como este filme criticou o conceito de amor.
A personagem principal decidiu que a menina Summer era sua alma gémea, porque eles ambos gostam da mesma música. Ele cresceu vendo filmes românticos com um fim clássico. E por isso ele pintou uma imagem na cabeça que a Summer era criada para ficar junto com ele mas não é realmente o caso no fim deste filme. O amor verdadeiro precisa de paciência, compromisso e atenção e isto parece búe complicado pá. Em vez disso eu prefiro ver porno e bater a punheta.
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2020.06.21 12:32 niablaa Belo triângulo amoroso

CONTEXTO: certo dia conheci um menino, vamos chama lo de A, fiquei amiga dele por 4 anos, no mesmo ano de meu aniversário, ele me apresenta seu amigo, que faz aniversário no mesmo dia que eu, mora perto de mim, e temos quase o mesmo nome, fiquei feliz, aceitei, vamos chamo lo de B, gostei de B por quase 4 anos, até ele fazer uma burrada, e eu não conseguir ter mais relacionamentos... eu e B sempre fomos íntimos quase namorados, sempre fui aberta com ele, sempre pensei que ele fosse tbm, principalmente com seis sentimentos pq pra mim era o que importava, enquanto esse tempo, meu amigo A, estava apaixonado por mim, e ainda está, belo dia, B foi numa festa, e não falou comigo durante a noite, disse que o amigo pegou o celular e tals, eu não acreditei pq não sou burra, no outro dia, me contou que ficou com uma menina, fiquei magoada, mas não disse nada, apenas, " ok, não tem problema, aliás, vc não é meu namorado", no outro mês, eu conheci um amigo dele, vamos chamo lo de C, gostava de mim, ótima pessoa, até q um dis eles foram num passei de escola, tiraram fotos, fui ver a foto, que tinham postado no Instagram, o C, falou pra B, que essa foi o melhor passeio que tiveram, B falou que sim, E C falou que a melhor parte foram as "ficadas", ok, até aí, não disse nada, apenas perguntei pra B, SE ele aproveitou bastante, ele disse que sim, perguntei se ele ficou com alguém, depois ele ficou me perguntando pq eu tava dizendo isso e se alguém disse algo pra ele, é claro que aí eu já sabia que sim, não disse mais nada por ter já entendido. 1 mês depois, as coisas ficaram piores, ele (B) me manda uma mensagem no meio dia dizendo que está gostando de outra pessoa e que não quer que eu fique tratando ele como eu travava antes, fiquei mal, mas, aceitei, continuamos conversamos, conversa vai, conversa vem, voltamos a nós falar que nem antes, perguntei pra ele se ele não gostava mais de menina pra me tratar desse jeito, ele disse que não, pq ele me amava, e sabia que eu era uma ótima pessoa e que nunca me deixaria, é claro que acreditei, depois disso, ele ia me fazer uma surpresa pra me visitar, e nós encontrarmos, então e aí, que a merda começa. no mesmo tempo dessa surpresa, fiquei de castigo, minha mãe tirou meu celular, não falei mais com ele, minha melhor amiga virou as costas pra mim, falava mal de mim pra todo mundo, e dizia mentiras para o B, e, eu falava com ele pelo celular de outras pessoas, ele tava com saudade, me amava, queria voltar a falar comigo, e me prometeu não me deixar, acreditei, até que, um mês depois, mando mensagem pra ele pelo celular de outra pessoa, ele me conta, que está namorando, com a menina que estava apaixonado, ela era incrível, falei que fiquei feliz por ele (óbvio que já estava chorando) até que ouço, as seguintes palavras: "sabe, eu sempre gostei de você, mas vc não foi suficiente pra mim, eu precisava te substituir por que não aguentava mais, e você nem era tudo, mas eu ainda te amo" meu mundo desabou com isso, ainda está desabado, fiquei 6 meses sem celular, e sem me relacionar com ngm por que não consigo mais, não falei mais com ele, e ontem, estava no discord com A, até que ele entrou, do nada, e começou a conversar, meu melhor amigo A, ficou puto, por entrar assim do nada e ele sabe oq ainda passo, e, eu realmente, não sei mais oq faço, eu tô tão mal, tão triste, e ainda tenho meus problemas de família, não tenho mais tantos amigos, eu realmente não aguento mais... Obrigada por lerem :((
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2020.06.12 10:11 LinnenYuniPqSim Sou babaca por me apaixonar pela minha melhor amiga ?

Acho que é difícil o Luba ler isso aqui mas ok , me jogo na lava pra me queimar mesmo. Olá Luba , editores , gatas , possível convidado(a) e pessoas da turma que estão lendo.
Bom , eu mudei de escola no terceiro ano do fundamental 1 , atualmente estou no oitavo ano e a minha amiga Esmeralda(vou chamar ela assim pq eu amo esmeraldas , HAH) também está no oitavo e enfim. No quarto ano eu conheci ela e eu realmente fiquei curiosa por ela sabe. Tinhamos os mesmos gostos , tinhamos raiva das mesmas pessoas e ambas nós duas tinhamos ciúmes uma da outra , era meu segundo ano naquela escola e eu ainda era meio tímida , e a minha amiga q tinha entrado na escola junto comigo estava em outro período ou seja , eu estava sozinha , ela desenhava junto comigo também. Enfim , eu e a esmeralda éramos boas amigas , claro , briguinhas bobas de criança como:"VAI LÁ COM A SUA OUTRA AMIGA VAI" Mas tava na cara que a gente ficava de boas depois , o que eu achava muito estranho pq tipo , ela não era de desculpar as pessoas mas comigo ela tava sempre me perdoando. Tá , seguimos do quarto ano até o sexto juntas , eu lembro que toda semana morria pelo menos 2 parentes dela , e era tantas as vezes que ela vinha me falar que as crianças percebiam e ficavam zoando com a cara dela , eu tinha um pouco de medo porque diziam sempre: "Ó Linnen , a Esmeralda tá apaixonada por vc , vive inventando coisa pra chamar sua atenção." Eu comecei a acreditar nas pessoas , até comentava com a minha mãe , e quando eu falei com ela de que a menina poderia estar só querendo minha atenção minha mãe concordou. Nisso eu me afastei dela , eu estava com outra amiga , eu tinha medo dela naquela época , e aí ela focou a vida no amigo dela e mesmo assim ainda tinhamos ciúmes uma da outra. No sexto ano eu perdi todo mundo , eu só tinha ela por perto , eu não conhecia ninguém daquela nova sala , então é , eu voltei a ficar por perto dela. Mas naquele tempo eu estava olhando ela de outra forma , eu notei que precisava dela por perto ou então eu iria morrer sozinha Eu me arrependi de tudo , de todas as vezes que falei mal dela , de todas as vezes que ignorei os momentos que eu podia ter ajudado ela e não ajudei. Eu perdi o foco nos estudos , eu dediquei todo o meu tempo para ela , a todo momento eu estava com ela. Saíram boatos que nós estavamos namorando , era 2018 e ainda tinha aquela polêmica se tivesse casal gay ou lésbico eu negava sempre , mas ela não ligava pra nada e eu nunca notei. Perto de maio , ela começou a namorar aquele amigo dela , mas não deu certo Um dia a irmã dela descobriu que o pai delas não era fiel ao casamento e aí vem o divórcio , junto com isso aquele idiota do namorado dela ficou tirando sarro da cara dela e eles terminaram. Como eu disse , o povo tinha medo dela e ela não tinha boa fama , mas eu dediquei meu tempo todo pra ela lembram ? O ano estava acabando , e ela estava indo pra de manhã no sétimo. Eu conversei com meus pais mas não deu certo Por fim , chegou a porcaria de 2019 , eu de tarde ela de manhã com a nossa outra colega(mais ou menos , a Esmeralda e essa colega tinham brigado no final do ano por causa dos jogos da escola) Enfim , ela saiu da escola e também não respondia minhas mensagens , nem por e-mail , nem instagram , nem amino nem mesmo Whatsapp. Eu estava muito preocupada , eu ia ora escola sozinha pensando nela. Normalmente eu estava neutra a todo momento , não tinha muitas pessoas , eu tinha conhecido umas meninas legais mas não era o mesmo que estar com a Esmeralda entende ? E aí , de repente eu recebo a mensagem dela no amino uns 3 ou 4 meses depois das aulas terem começado Ela estava com um relacionamento virtual , eu tava de boas naquela época eu nunca pensei na possibilidade de eu estar apaixonada por ela. Passou o tempo e aí okei né , eu descobri que sou bissexual , falei isso pra ela e ela disse que também é. Nesse tempo ficávamos ligando uma pra outra todo dia que eu chegava da escola e bem um dia eu pensava nela , outro dia eu ficava louca pra voltar pra casa e ver aquele sorriso e aqueles belos cabelos cacheados escuros e tals E do nada , eu me apaixonei por ela. Junto a isso ela apareceu dizendo que já tinha se apaixonado por mim uma vez mas que tinha muita vergonha de me dizer aí eu me apaixonei por completo e sei lá , um dia ela brotou com um tal de um menino que usava o perfil de Killua. E eles estavam namorando , okei , eu superei o namoro deles. E pra variar não durou nada , eles terminaram em menos de dois meses....E eu decidi dizer o que eu sentia , mas né: "Ah , desculpa , eu te amo sim , mas como melhor amiga , nada mais doque isso" Eu não fiquei louca , eu não briguei com ela , eu só aceitei e disse pra ela que eu entendia , e que eu não posso obrigar ninguém a me amar. Mesmo depois de tudo isso , eu ainda estou amando ela , tendo pensamentos dela por perto , imaginando como vai ser quando nos encontrarmos novamente. Eu sou babaca de mesmo sabendo que ela não me ama continuar apaixonada pela minha melhor amiga ?
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2020.06.07 10:47 guiguizinhu Sou o babaca por dar 100% de mim para minha ex?

Contexto: sou um menino de 15 anos, tenho alguns problemas piscicologicos infelizmente tenho depressão, baixa auto estima entre outros, as vezes tudo pode estar tranquilo mas eu me auto saboto. Esse meu relacionamento durou apenas 08 meses, confesso que foi uma experiência muito ótima! Mas no final estou tendo que fazer piscologo. Certo tudo começou quando eu estudava aqui na escola perto de casa, eu sou uma pessoa fácil de socializar, gosto muito de conversar e deixar todos por perto felizes!, Um grande dia tivemos uma rifa na escola, o prêmio era uma caixa de chocolate!, Enquanto eu estava em uma das mesas esperando um amigo meu veio conversar comigo, nada de mais apenas sentamos juntos e esperamos, quando começa a rifa, descem duas meninas lindas e vem a minha direção, elas sentam na minha frente e ficam me olhando, como eu gosto de socializar eu era um pouco conhecido na escola, elas perguntaram: - você é amigo do Pedro né? Eu apenas respondi sim, começamos a conversar bastante durante a rifa, só que dessas duas meninas uma não parava de me olhar, eu a achava linda!, Ao final da rifa conheci elas e apenas fui pra casa. Algumas semanas depois estava na escola de novo, só que eu estava muito mal, bem mal mesmo, lembra aquela menina que não me parava de me olhar?, Ela me viu e foi correndo falar comigo, perguntou como eu estava e o por quê de eu estar assim triste. Sendo bem sincero nem eu sei direito, com o tempo fomos ficando cada vez mais amigos, e essa amizade durou uns 2 ANOS! sim, bastante tempo. Éramos três amigos, eu, a minha ex, e minha melhor amiga, sempre éramos Juntos. Comprei até alianças de amizade para nós três!. Depois de um tempo eu comecei a olhar a minha ex com outros olhos, fui tentando, e ela sempre me dava um pé na bunda, dizia que éramos apenas amigos e nada mais, eu infelizmente quis insistir, depois de muitos foras eu caí na real. Quando alguns dias, antes do niver dela estava falando com minha minha melhor amiga. Eu estava mal, eu a dizia que não aguentava mais aquilo tudo, então eu tive a brilhante ideia dê, vou tentar uma última vez se não der certo, eu sigo em frente apenas. Eu falei isso a minha bff, ela apoio a ideia, então depois da conversa fui dormir. No dia do aniversário dela, eu estava pronto, quando toca o sinal para ir encontrar ela desci as escadas feliz da vida! Quando me deparo com ela, não parecia bem, parecia que algo a machucou muito. Fui confiante e fiz o pedido de namoro, ela me negou, como já esperado, eu apenas segui em frente, com o coração na mão, pois eu e ela eramos igualmente apegados. Depois de quase um mês, estou andando na escola e vejo a minha ex me olhando chorando muito, me doeu o coração mas fui forte, continue a andar, quando uma amiga em comum me puxa e fala: - Guilherme você vai conversar com a Ludmila (minha ex). Eu falei tudo bem, quando eu chego lá, ela estava chorando muito e me disse que não conseguia ficar sem mim, e naquele momento ela perguntou se eu ainda queria ficar com ela, e se nós poderíamos tentar algo. Meu coração pulou de alegria! Eu super aceitei, nós começamos a namorar em agosto do ano passado. E assim foi. O problema só vem depois, no começo do namoro todo mundo dizia que ela não era uma boa pessoa, que eu não deveria fazer aquilo e tals, eu não liguei, estava loucamente apaixonado por ela. Eu fazia tudo TUDO mesmo pra ela, eu dei mais de 100% na relação, já ela não fazia o mesmo, sempre dizia que não conseguia pois era difícil pra ela, eu apenas aceitava e continuava, com o tempo começamos a ter discuçoes, as vezes eu não estava bem comigo mesmo, eu me acho muito feio, muito mesmo, então eu não ficava muito bem no dia, ela me disse mais ou menos assim: - cara pq você tá triste?, Olha a vida que você tem, olha a mina que você namora, as vezes fico chateada com você por causa disso! Nem parece que me ama. Aquilo me destruiu por dentro, eu apenas aceitei, mas quando cheguei em casa chorei muito muito mesmo, passando um tempo depôs continuamos o relacionamento, foi bom ela me fez vários presentes lindos! (Hoje guardo eles com maior carinho!). Por causa dela me afastei de muitos amigos meus, pessoas próximas muita gente em questão, só tinha eu e ela, ela era bem ciumenta, e esquentada, não sabia medir as palavras nas brigas, eu evitava de falar algo pra ela pois ela ficava frágil caso alguma coisa acontecesse com ela. Uma vez ela esqueceu a nossa aliança, levei numa boa, pois ela tava comigo e não via problema, as vezes acontece mesmo isso, mas quando foi comigo ela quase quis terminar, não olhava na minha cara e nem nada, infelizmente com isso eu só piorava a minha depressão, acabou que no final da relação, ela quis terminar por telefone, e foi horrível, doeu muito. Um tempo pequeno passou e eu estava conversando com a minha bff, e como ela é bff da minha ex tbm, ela sabe de muita coisa!, Quando estávamos conversando, ela me disse uma coisa bem ruim. Lembra quando ela me pediu em namoro? Então, eu me questionei pra minha amiga, será que ela sentia algo por mim alí?, Ela me disse bem séria: - gui, lembra no niver dela?, Ela viu a sua mensagem, e ficou com medo de te perder, ela não queria te namorar, ela só queria a sua amizade, apenas isso. Naquele momento meu mundo desabou, e realmente fazia sentido, eu simplesmente queria morrer ali msm, então, eu comecei a fazer terapia entre outras coisas.
GENTE, essa foi a minha história! Espero que gostem, confesso que caíram algumas lágrimas de lembranças aqui, mas, tem mais algumas coisas que aconteceram dps disso tudo!, Possívelmente está bem grande já o texto. E então eu fui o babaca?
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2020.06.06 22:19 Zaratrin o ex futuro namorado babaca da minha irmã

oi Luba, gatas, possível convidado que nunca tem, papelões mortos
F
Minha irmã ficava com um guri desde o ano passado, eles ficavam sério, ele mandava papo de futuro e tals, queria até conhecer a mãe dela, queria namorar com a minha irmã. Ele falava que não tinha ninguém além dela, chamava ela de mandraka, uma gíria do funk eu acho, ele falava q estava apaixonado, dizia q largou todos os corres dele pra ficar com ela. Minha irmã acreditava, lógico, ninguém imaginou que alguém poderia ser tão cuzão ao ponto de tratar dessa forma, falando q queria ela na vida dele e tals, pra no final só estar iludindo. Ele surtava com tudo, com os amigos, com lomotifs, mas ela tbm não era calminha não, mas ela sim tinha motivos pra surtar com ele. Eu ajudava ela, dava conselhos, eu mesma acreditava q ele era boa pessoa, não conseguia entrar na minha cabeça q alguém poderia ser tão babaca em fazer tal coisa, mas ele fez. Mas como é babaca, ele dava papo de futuro em outras minas tbm, aí um dia rolou uma festa, e o guri pegou 4 meninas enquanto ela não foi, e ele falava q só foi nessa festa para pegar a minha irmã, sendo q a dona da festa dizia estar casada com ele, pq ele tbm dava papo nela e iludia ela
Minha irmã cagou pra ele a festa inteira depois q a amiga falou oq ele fez, uns amigos desse guri vieram chamar ela, falando q ele queria ficar com ela, mas ela mandava eles tmnc e voltava a curtir. E lá tinha alguns guris que minha queria ficar (ela não é santa, mas não fez nada, diferente dele).
Minha irmã descobriu q ele dava em cima de várias, deu em cima até de mim, enquanto ele cuidava da garota q dizia estar casada com ele, ele ficava mandando beijinhos para ela. Ai depois da festa minha irmã mandou mensagem perguntando o pq dele estar falando aquilo, ele fez a egípcia, dizia q não sabia, tava se fazendo de santo. Ele ligou e surtou, falando q ela não confiava nele, que não sei oq
Então ela cansou dele, ele mentia pra ela, e ela se cansou. Então, umas 3 semanas depois da festa ela começou a conversar bem mais com o amigo dele, no mesmo dia da festa ele mandou uma mensagem dizendo "eu não tirei o olho de você, não fiquei com ninguém querendo ficar só com voce", (e ele realmemte não tirava o olho dela, era até meio bizarro, ela passava e ele a seguia com os olhos) e ele parecia mais interessado nela doq o babaca, a conversa fluiu, ele parece está interessado e ela tbm. Mas o babaca, vamos chamar ele de Carls, voltou, xingou ela de tudo quanto é coisa, e xingou o garoto q ela está conversando tbm, vamos chamar ele de Varls
Carls foi no wpp dela e a xingou muito, e muito msm, ela o bloqueou e ele foi no dixx dela reclamar por ela não ter seguido ele de volta no insta, ele parou de seguir. Depois de um tempo sem se falarem alguém ligou para ela, ela atendeu, era ele num número desconhecido, ele começou a se desculpar, falou q ela era a garota da vida dele, que ele amava ela e blá blá blá, ela disse que não queria mais nada com ele, que não queria saber dele e tals
Ela jogou um monte na cara dele
Aí o Carls perguntou se ela estava ficando com o Varls, ela disse que sim, ele mandou ela ir se fuder, falou um monte de merda
Ela desligou e ok
Alguns dias sem nenhum sinal do Carls, ela recebeu uma solicitação de um garoto chamado Carls Junior, aceitou e começou a conversar, o papo fluiu de boa, ele era até legal. Então ela postou um story no insta para mandarem perguntas para ela, e o Carls Junior mandou "tem Whatsapp?", ela respondeu no privado q sim, ele pediu pra ela passar e ela passou, começaram a conversar. Ai ele mandou no wpp "tá ficando sério com alguém?" ele mandou isso do nada, no meio de uma conversa qualquer, ela já ficou com uma pulga atrás da orelha "pq ele foi tão direto assim?" Ela pensou. Ela falou q estava sim e ele perguntou com quem, ela mandou a real, e perguntou pq ele estava fazendo essas perguntas, e então ele mandou "porra (nome fictício pra ela), você tá ficando com meu amigo, filha da puta", era o Carls, o babaca da historia, ela parou de responder, e ele começou a fodelância de palavras, falou mais merda q eleitor defendendo político. Depois disso tudo, ele ainda teve a cara de pau de chegar na """"melhor amiga"""" (varias aspas pq né, falsa cof cof, talarica cof cof) dela pra pedir pra ficar, pra tentar causar ciúmes na minha irmã, sendo q ele chamava a amiga dela de talarica, dizia que nunca ia pegar ela, mas na primeira oportunidade de atingir minha irmã, ele foi
A amiga não aceitou, pelo menos isso (mas em outra ocasião com certeza aceitaria). Mas não deu em nada, ela nem quer mais saber dele, ela está bem com o Varls, mas o Carls não larga do pé dela, Varls ainda desceu o cacete no Carls pra ele deixar de ser escroto, mas não adiantou, ele continua procurando minha irmã pra xingar ela, ele não superou. Acho q não desiste pq ele foi regeitado, e não pq regeitou, deu pra entender?
Ele é o babaca?
um mês depois ele começou um namoro com uma amiga da minha irmã, e aquela garota que ele tava casado no começo de tudo, lá na festa, tbm estava ficando com o mlhr amigo dele. Então, os dois melhores amigos dele estavam praticamente namorando as minhas q ele agora não consegue esquecer
ah, e essa menina que o Carls namora, minha irmã já pegou
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2020.06.04 03:35 lalaliiisa_020 Fui babaca por basicamente "Cortar laços" com o meu "ex?"

Olá Luba (?), editores (?) e turma que está a ver! Como estão?
Tá okay, chega.
Bom, no ano passado (2019) um garoto chegou na nossa sala, e como todo novato em escola pública, todas as meninas estavam de olho, logo nesse dia, eu e um ex amigo (Vamos chama-lo de Idiota Traidor pois até onde lembro, ele assiste luba e pode muito bem estar por aqui) já começamos a detestar o garoto só pelo fato de ele ter se juntado a uns guris que implicavam com a gente, porém, nossa (Atualmente apenas minha) amiga adorou o menino e veio com umas paranóias de que ele ficava olhando para ela o tempo todo. Eu e o Idiota Traidor percebemos que ele não estava olhando para ELA e sim para ELE, ou seja, se ele tivesse se apaixonado à primeira vista seria pelo Traidor e não pela Carlota (Nome dado por mim agora).
Um tempo depois, acho que na terceira aula, o Jaburu (Chamarei o novato desse modo) puxou assunto com o Traidor e eu, doida como sou, comecei a imaginar que o Jaburu poderia SIM ter se apaixonado pelo Traidor (Meio idiota né? eu sei) e tive a brilhante ideia: Bom, vou perguntar se ele é mesmo gay, pois se for, vou evitar que minha amiga tenha o coração partido.
Falei para a Carlota e para o Traidor, e ambos concordaram, apesar de a Carlota estar firme nessa de que ele estava olhando para ela.
Finalmente, intervalo (Ou recreio, sei lá), saimos da sala e de cara eu vi o Jaburu na rampa, olhando para alguma coisa, pedi que minha amiga e o traidor esperassem ali até que eu voltasse, e assim eles fizeram.
Cheguei perto do menino e perguntei na lata "Ei, guri, tu é gay?" ai, obviamente o menino me olhou espantado e falou que não. Sorri, agradeci e fui avisar meus amigos.

Umas semanas depois, eu ainda nem olhava pro lado do Jaburu, ao contrário dos outros dois (Traidor e Carlota) que basicamente competiam a atenção do moleque, e um dia, decidimos brincar de "Sim" (Uma brincadeira em que você fala sim para todos por um determinado tempo, no nosso caso o dia todo). Estavam brincando 7 pessoas (Três delas não tem a miníma importancia), eu não fazia ideia que o Jaburu estava brincando também, então estava de boas, até chegar a Pessoa sem importancia 1 e falar:
" Lalaliiisa, você aceita namorar o Jaburu por um dia?"
Claro que eu aceitei né? Não podia dizer não na brincadeira. Aceitei e nesse dia começamos a conversar.

Uns tempos depois, começamos a namorar de verdade, até ele me trair, fiquei extremamente puta e sentia que tinha um chapéu de cabeça de Jean na minha cabeça, chorei um pouquinho e depois caguei pro guri.
Um mês depois, nós voltamos, e basicamente o resto do ano foi assim. Terminavamos e voltavamos, até que um dia, (Estavamos namorando esse dia hehe) nós brigamos feio por ele supostamente ter me traído de novo (Palavras do meu primo, que estudava comigo e era meu mensageiro, por ser amigo de todo mundo da escola). Minha amiga, meu primo e o traidor escutaram toda a briga (Pois a sala estava dividida em grupos para fazer trabalhos). O traidor, o Jaburu e meu primo sairam para o intervalo depois que a briga cessou, e ficamos só eu e minha amiga na mesa do grupo.
Ela estava tentando me animar enquanto o resto fazia os trabalhos, e nós acabamos nos "beijando" (Aspas por que foram selinhos) duas vezes. A primeira sem querer e a segunda porque a Carlota meteu a boca na minha, com a desculpa de que nem viu o que tinha feito.
Ficamos surpresa por ninguém ter visto, até por que tinha dois grupos com cinco pessoas lá. Depois do intervalo, eu me acertei com o Jaburu e voltamos a nos falar, porém, menos que antes.

Uns dois meses depois (Faltando um mês pro ano acabar) eu terminei de vez com o Jaburu (Acredite ou não o garoto chorou horrores) e fiquei com um moleque lá, o jaburu fez um minibarraco com o guri que eu fiquei e começou a me chamar de piranha sem coração (Obvio que eu fiquei tipo, beloved?? Até por que ele não sabia do negócio com a Carlota, ele só tinha visto eu ficar com um menino e eu já era solteira).
Depois que eu vi que ele realmente não tinha me esquecido, eu virei e falei para não nos falarmos mais, já que ele não tinha me esquecido e estava me xingando para todos os cantos.

E então, eu fui muito babaca? Trouxa eu sei que fui.
Desculpa pela biblía, eu tentei resumir o máximo o possível, não contando da briga que eu tive com o Traidor (Inclusive não nos falamos até hoje e ele se mudou por causa disso) e nem os detalhes de outras traições assumidas mais tarde ou o fato da Carlota ter virado melhor amiga dele por um tempo.
Beijões e desculpem pelo texto "bagunçado" <3
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2020.05.23 17:40 Vitor_Lenon Sou babaca por me apaixonar pela namorada do meu melhor amigo e fazer eles terminarem ?

Ola Luba, editores, bonecos de papelão e seus restos mortais, possivel convidado (ninguém quer visitar o Luba além do Jean ) e turma que está a ver.
Minha historia meses depos de terminar um namoro com minha primeira namorada que durou 3 anos, depos 5 ou 6 meses eu continuava mal e perdido, não sabia oque fazer, até que meu melhor amigo (irei chama-lo de Cristofe) não gostando de me ver nessa situação diz que vai me apresentar a irmã da namorada dele, ela tinha acabado de sair de um relacionamento abusivo e achava que nós dois poderiamos dá certo, e que assim ele não precisaria ir na casa de sua namorada sozinho ja que lá era um lugar bastante perigoso e diz minha " namorada se chama Ja... e a irmã se chama Je..." (infelizmente tenho déficit de atenção e ambos os nomes na minha cabeça eram bastante parecidos), e também me disse que ambas faziam um curso na mesma sala que eu, depôs dele insistir bastante eu aceito.
Nota: Cristofe é meu amigo há 6 anos e namorava ela a alguns meses, eles moravam em cidades diferentes então pouco se viam, mesmo dizendo que a amava vivia fazendo piadas de mal gosto sofre algumas "frescuras de sua namorada" e fala coisas tipo de que era doido para ficar com a ex de um amigo nosso e dizendo que ele mesmo tendo amado ela, não deveria se importar por ser ex, e uma hora ou outra ela ia arranjar alguém, que pelo menos fosse um amigo.
No outro dia chegando no curso, sou recebido por uma garota que se apresenta como Je, ela era uma menina que falava muito, gostava de festas e sair para... e diz que ja tinha ouvido falar de mim pelo Cristofé e que ja estava esperando, em seguida ela me apresenta sua irmã, a Ja, Ja era quase oposto de Je, era tímida, não era de muitas palavras e prestava atenção em todas as aulas, como não lembrava quem era quem, deduzi que Je seria a namorada do meu amigo e Ja seria a garota que eu deveria conhecer, para completar, Je me disse que Ja tinha saído de um relacionamento complicado e o ex dela foi babaca.
Então após fazer amizade com Je, fui sentar ao lado de Ja, me apresentei e disse que queria ser seu amigo, ela então me olha com um olhar triste, pega os fones e me ignora, eu preocupado ao ver ela triste resolvo soltar piadas no ar, falando coisas engraças a pessoas perto dela para que ela ouvisse, mas simplesmente sou ignorado, até que ela retira os fones, me olha e diz "você não vai copiar?" Nesse momento havia desisto e resolvi ser sincero e disse "desculpa, comecei a fazer graças e contar piadas pq você parecia triste e eu queria te animar, queria me aproximar de você, quem sabe seu amigo mas entendo que quer ficar sozinha, irei lhe deixar em paz e estudar em outro canto da sala" então quando ia me levantar, ela segura meu braço e diz "Fica" me conta os motivos de sua tristeza e disse que não era feliz (também revela que os fones nem prestavam e que minhas piadas eram péssimas mas isso não vem ao caso).
Dias e meses se passaram e eu e Ja estavamos cada vez mais próximos, finalmente me sentir com alguém e finalmente ela mostrou quem era de verdade, uma garota alegre, engraçada e muito divertida, fazíamos tudo juntos e as vezes Je vinha junto mas tinha bastante ciúmes de nossa amizade, então meu amigo Cristofe pergunta como estão as coisas, então lhe digo que estou apaixonado e muito feliz, e que pretendia me declarar a ela, e para nós comemorarmos isso resolvemos marca uma pizza, me resolvo me arrumar, vestir minha melhor roupa, chegando lá os 3 estão me esperando sentandos em uma mesa, então, Cristofe se levanta e me apresenta JA como sua namorada e me revela que JE é a irmã, ele sem saber da confusão que eu fiz de nomes, diz que eu tenho algo a dizer para JE, então acabo me declarando a ela, com palavras que só a Ja entendia, o fiz e Je, talvez confusa ou por carência, simplesmente aceito, e passei aquela terrível noite com a irmã da menina que eu amava, e vendo a mesma beijando meu melhor amigo.
Algumas semanas se passam e sou apresentado como namorado de Je em sua casa, e começo a frequentar a mesma ao lado de Cristofe, mesmo ficando com Je, Ja e eu sempre nos isolavamos de Cristofe e Je para conversar e rir de nossas piadas bestas, Je talvez percebendo tudo oque está acontecendo manda eu me afastar de Ja apartir de agora, dizendo que ela não ia precisar de minha amizade e se aproximaria mais de Cristofe, e eu apenas estava atrapalhando, Ja ouve isso e me pede para não a deixar, sem saber oque fazer e confuso, eu me levanto e vou embora, Ja me acompanha, neste momento Je diz que se eu não fizer oque ela manda, vai está tudo acabado entre a gente, e que ela pagaria um de meus amigos para me deixar mal, eu digo que poderia fazer o mesmo e ela diz "Ja é minha única amiga, ela NUNCA trocaria o Cristofe por você" após ouvir isso, sem hesitar vou embora, me sentindo no fundo, caindo na realidade que meu amor por nada mais era que uma besteira, resolvo fazer algo que nunca havia feito antes, beber, com meio copo, Já estava tonto, resolvo me deitar.
Após me deitar tive a brilhante idéia de "Já que nunca vou ficar com a Ja e guardar isso só para mim está me matando, serei honesto com ela e me afastarei" mando a seguinte mensagem "Ja...não sei como lhe explicar, porém oque sinto por você não para controlar, eu te amo Ja... e sei que isso é um amor proibido ja que você namora meu melhor amigo, me perdoe, mas não quero ser uma pedra no caminho de sua felicidade, obrigado por tudo, adeus", Ja não costumava responder rápido, mas nesta noite por algum motivo ela viu, e disse "eu te amo, eu nunca senti nada pelo Cristofe, apenas aceitei namorar ele pq ele me pediu na frente de toda a minha família, e como nossas familias são muito amigas e por medo de decepcionar meus pais, eu resolvi aceitar, mas não sou feliz" eu sem entender direito tudo oque tava acontecendo, fico surpreso, mas digo que não poderiamos ficar, pois eu odeio traição, e namorar seria difícil, pq o pai dela me odeia e ja havia me ameaçado por deixar a Je além de amar o Cristofe, ele me vendo com a Ja só faria o ódio dele aumentar, então mostrando como séria impossível ficarmos juntos, digo para ela buscar a felicidade e oque a fizesse feliz, paramos de nos falar por um tempo e Cristofe vêm falar comigo muito triste, dizendo que Ja havia terminado o namoro, e que não era feliz, na hora me senti culpado, mas feliz por minha amiga.
Cristofe então me pede conselhos, qualquer coisa para ajudar a reconquistar Ja, então com uma enorme dor no peito eu digo "me desculpa, eu amo a Ja, não poderia ter ajudar" Cristofe então triste e surpreso me pergunta se eu ja havia ficado com Ja, e eu digo que não, depôs ele me pergunta se a felicidade dela fosse eu, se eu aceitaria ficar com ela, então eu lembro do que ele dizia a nosso amigo e digo "sim, você nem deveria se importa, ela é sua ex, e se ela for ficar com alguém melhor um amigo, certo ?" Cristofe então apenas ri e diz "ok, vamos da um tempo em nossa amizade, ambos a amamos então aquele que ela escolher para faze-la feliz e ficar com ela, o outro deve se afastar e não sair mais como o casal" mesmo por dentro que por fora eu dizia que ja havia desistido, por fora ainda havia esperança.
Alguns meses sem falar com Ja, sua irmã Je me chama até sua casa, para me apresentar seu namorado, um outro amigo meu que ela havia dito que namoraria e disse que eles eram um casal muito feliz, eu lhes dou parabéns e eles se convidam a ir a minha casa, e Ja é obrigada a ir por seus pais para reparar Je, então deixamos o casal ir na frente e Ja me trata friamente, ignorando e me deixando falar sozinho, chegando em casa, o "casal feliz" tem uma briga feia e pedem privacidade do quarto para eu e Ja, vamos para frente de casa e ela fala que ódio o fato que eu me afastei dela, começamos a nós falar denovo, até que falamos de pessoas que gostamos no passado e que nunca fizemos nada, então eu digo para ela tentar com alguém que a fizesse bem, ela coloca uma música, fecha meus olhos e me beija, depôs disso, eu e Ja começamos a ficar escondido. Se quiser saber oque acontece quando e Je descobre com o final em prints ai já é outra historia.
Eu sou babaca ?
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2018.12.26 20:43 Law_Mateus 4 garotas, inseguranças, transição social e relacionamentos.

Eu queria fazer esse post a alguns dias, porém toda vez ocorria algum empresvisto e eu acabava não fazendo, mas chega de enrolação, vou começar a falar logo sobre o que é:
Bem a mais ou menos uns 10 dias eu tive um grande mudança em minha percepção social, pois eu havia ido a o aniversario de uma amiga minha, de todas a pessoas que iriam a este aniversario eu só conhecia 3 pessoas (as quais so tinha visto pessoalmente 2 vezes e uma dessas era minha amiga obviamente) e estava muito receoso sobre tudo isso pois eu era alguém muito timido antes da festa (a e outra observação as outras duas pessoas eram mulheres tbm). Pra contextualizar Melhor essa festa não foi feita em uma casa nós fomos pra um parque de diversões e depois para uma lanchonete, ok. Na festa tinha os meus maiores medos sociais: pessoas na mesma ou maior idade que a minha, pessoas bonitas e mulheres (o pior de tudo isso era um combo: mulheres bonitas da mesma ou maior ideia que a minha, só tinha uns 3 caras e o resto eram meninas, 8 no caso) e mesmo tendo todo esse baguio dos meu medos eu fiquei de boa consegui passar o aniversário de boa falando como todo mundo como se eu não tivesse problema algum com isso eu achei aquilo impressionante e fiquei muito feliz naquele dia.(guardem esse aniversário que ainda irei voltar nele)
No outro dia pós o aniversário eu me senti "Social", como o Cellbit já disse em uma entrevista eu senti que precisava sair com pessoas, como se eu realmente tivesse essa mudança do dia pra noite (ok agora guardem essa informação)
Voltando a aniversário, após passarmos duas horas no parque a gente decidiu ir para uma lanchonete, lá a gente conversou bastante e tals porém teve uma hora que minha 3 amigas as quais já conhecia antes do aniversário elas saíram da mesa principal e foram pra outra separada que ficava não muito longe da nossa blz e elas ficaram me chamando pra ir lá pra outra mesa eu fui então, quando eu cheguei lá elas ficaram falando que eu era muito lento por não percebi que uma amiga delas estava dando em cima de mim, eu fiquei sem entender por que realmente não tinha parecido isso, a única coisa que ela fez foi me dar um abraço pouco longo e só isso. Além disso ela ficaram falando que ela deu em cima não só de mim, mas de um outro menino que tava na festa e de um amigo meu por que ela tinha pegado meu celular e mandado mensagem para ele, e depois ficou pedindo o número dele. Mas eu tinha quase certeza que elas estavam exagerando por que o passado dela, era disso de dar em cima de muitos caras mas, sendo bem sincero ela, em minha percepção não tinha feito isso com ninguém aquela noite.
Obs. Importante: essa mina que supostamente deu em cima de mim, a alguns meses atrás tava com um amigo meu.
No outro dia resolvi falar pra meu amigo que ela tinha "dado em cima de mim" então ele disse que não tinha problema ela só tava sendo carinhosa e tals, porém ele falou que poderia ser um vingança por ele ter ficado com uma amiga dela, no final falou que não tinha problema de qualquer jeito pois ela tava solteira. Após isso eu com o passar do tempo fiquei interessado nela e como meu amigo falou que não tinha problema já que ela estava solteira então resolvi perguntar se ela realmente tinha dado em cima de mim e se eu poderia sair com ela qualquer dia(lembrando que se fosse meu eu antes da festa eu provavelmente nunca faria isso pois era muito tímido), ela acabou respondendo que sabia que iam falar que ela deu em cima de mim, falou que não deu em cima e que poderiamos marcar de sair depois que ela viajase. Blz eu já tava muito feliz.
Voltando pra quando eu queria sair pronto eu chamei um pessoal pra sair no outro dia umas 10 da manhã eu sabia que não iriam muitas pessoas até por que fiz isso de última hora, algumas pessoas falaram que iam mas acabaram cançelando, eu não está triste pois meu amigo falou que teria uma aula de 11 horas um curso que ele participava, perto do lugar onde eu ia então se ninguém fosse eu teria a companhia pelo menos do pessoal do curso (do qual eu já conhecia algumas pessoas) então fiquei algum tempo esperando no meu lugar, tava meio entendiado então resolvi usar o stories do Zap(Sim eu uso caguei se isso não é cool) para dizer que eu estava sozinho se alguém poderia ir para o meu local de encontro, após isso a mina lá falou que estava em um lugar, que ficava não muito longe dali, e ela tava praticamente dizendo vem aqui pra a gente ficar. Então eu como jovem dinâmico despreparado para tal situação falo que eu ia na casa de um amigo se desse eu passava lá, então eu acabei indo realmente pra casa do meu amigo e lá falei pra ele que seria muito difícil de eu ir lá ficar com ela e depois voltar pro curso , pois era um local perto, mas não tanto assim. Acabei decidindo que não iria até ela por que foi algo de última hora e eu não estava preparado pra aquilo, conversei com meus amigos foi bastante legal e tudo mais.
Blz fiquei me sentindo mal um tempo por não ter ido ficar com ela, mas ok eu segui em frente. Nesse mesmo dia eu só ficava mais fissurado nela e realmente tinha me apaixonando, então resolvi que no outro dia iria na casa do meu amigo conversar com ele pra saber se ia ter algum problema em relação a isso quando conversei com ele, ele ficou dizendo mas, "tu sabe que eu ainda gosto dela né?!" Pedi pra dá um abraço ele falou: "Cara não quero abraço me sinto traído" eu fiquei bem triste com isso e fiquei: "Ue mano cê não tinha dito que ela tava solteira, eu achei que tava tudo bem"(apenas pensei nisso não falei pra ele)
Obs: ele falou que um dos motivos pra eles "terminarem", foi por que ela traiu ele e por causa de problemas familiares, ele não entrou em detalhes.
ok após esse clima tenso voltei pra casa sem saber o que faria eu cogitei desistir de sair com a mina porque eu senti estava "traindo ele" fiquei pensando nisso muito tempo, até que eu sentei e discuti com um amigo meu que já tinha um pouco mais de experiência na vida amorosa, ele basicamente falou que se eu considerava amizade do cara não deveria interferir nisso e apenas ir ao encontro, mas não demonstrar nenhum interesse e em último caso se eu estivesse realmente apaixonado eu ficaria com ela, mesmo sabendo destes problemas. Então eu decidi que iria ao encontro e não faria nada, Isso foi uma decisão bem difícil já que eu sou basicamente um garoto de 16 BV que nunca se relacionou romanticamente, então ir pra um encontro onde a mina é bonita ela me quer e eu quero ela seria uma tarefa bem difícil, mas ok decidi fazer isso.
No outro dia fiquei novamente pensando nisso por um bom tempo e decidi que não ia fazer mas, isso por que eu realmente tinha me apaixonando por ela. Então eu postei algumas coisas no status relacionadas a estar apaixonado e meu amigo respondeu aquilo de uma maneira triste a eu expliquei a ele que os sentimentos são coisas que eu não controlo e tudo mais, e pedia desculpa de tudo que eu fiz ele sentir. Ele respondeu apenas com "ok", beleza eu percebi que ele tinha ficado putasso. Logo mais a mina manda mensagem, era ela falando que não ia mas poder ficar comigo, e esperava que a gente pudesse ser amigo eu reagi, normalmente dizendo que sim a gente podia ser amigo e que eu ia levar aquilo de boa e eu realmente levei por que tava tudo tão confuso na minha cabeça que eu só queria que acabasse.
Logo mais eu fui mandar um print de conversa com ela pra o meu amigo e na hora que eu mandei foi a hora que eu me decepcionei ele disse que ela tinha mandado aquilo pra mim por que ele dois tinham acabado de brigar e eu fiquei me sentindo muito mal por, ter causado tudo aquilo. Meu amigo tentou me consolar, pedindo desculpa por ter.me feito se sentir um lixo e tals e eu falando cara tudo bem. Pronto aí acabou aí
Maaaas, eu continuei sentido um amor tremendo por ela eu sonhei com ela mandando mensagem e áudios pra mim e isso era coisas que realmente me faziam feliz então eu acabei mandando uma mensagem pra ela, falando que eu não ia aguentar até fevereiro pra falar o que eu estava sentindo, falei sobre isso do sonho e tudo mais que ainda estava apaixonado e que não me importava de não ser correspondido eu apenas queria falar dos meus sentimentos pra ela. Pedi encarecidamente pra ela não falar sobre está mensagem pra ele. Ela respondeu dizendo que era pra eu relaxar que íamos resolver isso em fevereiro quando ela voltasse, depois falou que eu era uma pessoa incrível (com emoji e tudo) e eu retribuí (com emoji e tudo)
Voltando a minha transição do social nesse meio tempo que acontecia todas elas coisas e até mesmo antes delas eu tinha investido em uma garota e outra tinha investido em mim:(agora um pequeno resumo sobre cada história)
A menina que deu em cima de mim foi uma prima da minha amiga que tinha pegado o celular da mesma, basicamente ela falou que tinha problemas familiares e por causa disso nossa comunicação não ficaria tão acessível já que ela estava de castigo e disse eu não poderia mandar mensagem pelo insta e nem qualquer outro lugar pois poderia da problema pra ela, então no único meio de comunicação de lá pra cá foi ela dando like em algumas fotos minhas e comentando tbm(nada de elogios como gatão ou algo assim só coisa pra interagir mesmo) e eu tbm dando likes nas fotos da mesma
Sobre a mina que eu investi, quando eu estava em uma apresentação na sala dos meu colegas, eu e ela trocamos olhares e eu achei ela bonita acabei falando com uma amiga minha, que estudava com essa menina, conseguimos descobrir o insta, dela, já que eu não sabia nem o nome dela, quando fui contar sobre ela pra um amigo meu ele falou que era a mesma de uma amigo meu, só que outro amigo falou que não teria problema de ir falar com ela já que esse meu outro amigo falava com várias garotas então eu, fui sem medo, começei a falar com ela pelo insta até que consegui o Zap e por aí estamos se falando até hj, porém um problema, um dia que eu estava a andar com esse amigo que estava interessado na moça ele falou que gostava dela e eu sabia e tudo mais que eu tinha vacilado, porém eu disse que não que tu descobrido depois e que eu só fui por que falaram que ele tava tentando isso com muitas garotas, ele acabou dizendo pra eu investir por que ele não teria chance, já que ele estava a falar com ela desde maio e ainda não tinha feito nada. Ok Apenas fiquei conversando com ela.
Além de tudo isso uma menina que era bastante bonita me chamou na dm do insta aí mandei um print disso pra meus amigos ai, o mesmo cara da menina acima falou que tava mirado nessa tbm ai eu falei "caralho, mas tu fala que eu me meto em tudo né, coisa chata da poha"
Basicamente agora estou em um momento onde tem 4 meninas em situações diferentes. A menina do Zap que eu chamei vou sair com ela em janeiro mesmo tendo sentimentos por a primeira lá eu não sei que rumo vai tomar aquilo então decidi que eu faria isso apartir de conselhos de uma amiga minha, e após isso estou pensando em marcar com a outra do insta logo mais, porém ainda não tenho certeza.
Obs: a prima mora em outra cidade.
Estou confuso e em equilíbrio de felicidade e tristeza pois tá tudo muito confuso ainda, gostaria de opiniões, apesar desse texto estar gigantesco eu, espero que alguém leia e de a opinião sobre, obrigado a todos. :):
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2017.11.29 20:20 tombombadil_uk Today I fucked up: a estranha sensação de reencontrar um amor do passado 12 anos depois / Parte 3

Galera, finalmente postando a última parte da saga. Depois de pensar para caralho, resolvi falar com ela pelo Facebook e marcamos de nos encontrar num café pertinho da praça onde nos esbarramos. Para quem não conhece a história desde o começo:
Parte 1 - TL/DR: sou casado, reencontrei uma garota por quem eu era apaixonado há 12 anos e só nesse reencontro eu percebi como eu fui um imbecil com ela. Em resumo, nós éramos grandes amigos, eu fiquei com medo de me declarar, meti o pé do curso de inglês que fazíamos sem dar nenhuma explicação e desapareci completamente da vida dela.
Parte 2 - TL/DR: comecei a me perguntar se aquela garota que eu reencontrei realmente era ela, já que ela parecia tão mais velha. Depois de dezenas de tentativas, achei ela no Facebook e sim, realmente era ela. Descobri que um amigo meu já tinha saído com uma prima dela há muito tempo e soube que ela teve uma vida bem escrota, foi abandonada por um marido meio babaca e agora basicamente vivia só pelo filho na casa dos pais.
Parte 3 - Taí. Nos reencontramos. Foi uma experiência que eu não sei classificar. Foi feliz, foi triste. Foi amargo, foi doce. Foi impressionante. A gente chorou um pouco junto. Escrevi um pouco ontem à noite e terminei hoje de manhã.
Só queria agradecer a todos os conselhos e dicas que recebi aqui. Reencontrar alguém do passado é uma coisa que mexe muito com a gente, faz com que nosso coração se sinta naquela época novamente. Essas quase três semanas foram muito estranhas. Foi quase uma viagem no tempo por coisas que eu achava já ter esquecido completamente. Infelizmente não posso dividir muito disso com amigos próximos, então fica aqui o desabafo.
Esse último ficou mais longo do que eu esperava. Honestamente, a gente conversou tanto que acho que resumi até demais. Como da primeira vez, fiz em formato de conto. Novamente, obrigado a todo mundo que deu um help nessa história, que finalmente se fechou.
Era um café bonito. Novo da região, era um daqueles negócios em que você vê o coração de um sonho do dono. As mesas rústicas de madeira, as lâmpadas suspensas que desciam do teto em fios de prata, como teias de aranha tecidas por vagalumes. O quadro negro cuidadosamente preenchido com os preços e até desenhos estilizados de alguns pratos. No fundo, um jazz instrumental marcava presença de forma tênue. Também era um daqueles negócios que você sabe que não vai durar muito. Que você bate o olho e pensa: “com essa crise, é melhor eu dar um pulo lá antes que feche”.
Eu presto atenção a cada detalhe ao meu redor. À roupa preta das atendentes, ao supermercado do outro lado da rua que vejo pela vitrine. Aos clientes que entram e saem de uma loja das Casas Pedro. Eu não quero esquecer de absolutamente nada. Era um ritual meu que fiz pela primeira vez aos 14 anos. Sempre tive boa memória, mas naquela época eu me esforcei para colocá-la inteiramente em ação. Era um verão e eu estava prestes a reencontrar uma prima que, anos atrás, fora minha primeira paixão. Ela nos visitava de anos em anos e, três anos após trocarmos beijos juvenis debaixo do cobertor, ela havia acabado de chegar à casa dos meus avós, onde se hospedaria.
Naquela noite, eu não consegui dormir. Por volta das 4h da manhã, peguei meu cachorro e caminhei 15 minutos em meio à madrugada até a casa da minha avó. Não, não fui fazer nenhuma surpresa matinal ou pular a janela em segredo. Eu apenas fiquei do outro lado da rua e observei tudo ao meu redor. “Eu vou lembrar desse reencontro para o resto da minha vida”, pensei, do alto dos meus 14 anos. “Eu quero lembrar de cada detalhe”.
E até hoje eu lembro. Da rua cujo chão estava sendo asfaltado, mas onde metade da pista ainda exibia os bons e velhos paralelepípedos. Das plantas da minha avó balançando ao vento, o som singelo dos sinos que ela mantinha na varanda e davam àquilo tudo um clima quase de sonho. Do meu cachorro, fiel companheiro que viria a morrer dois anos depois, sentado ao meu lado com metade da língua para fora. Do frescor da madrugada que precedia o calor inclemente das manhãs do verão carioca.
Mas não é dessa memória - e nem dessa paixão - que eu falo no momento. Eu falo dela. Dela, que eu reencontrei depois de tanto tempo. Que eu julgava já ter esquecido. Que, apenas mais de dez anos depois, eu percebi que tinha sido um babaca ao desaparecer sem qualquer despedida. Mesmo que ela jamais tivesse segundas intenções comigo, mesmo que fosse apenas uma boa amiga, eu havia errado. E aquela era o dia de colocar aquilo, e talvez mais, a limpo.
Foram três semanas de tortura comigo mesmo. Desde que achara seu perfil no Facebook e ouvira de um amigo em comum notícias de uma vida triste, seu rosto não me saía da cabeça. Ao menos uma vez por dia, eu pagava uma visita ao seu perfil e mirava aqueles olhos. As fotos, quase todas ao lado da mãe e do filho pequeno, tinham um sorriso fugaz encimado por olhos dúbios, tristes. Eles lembravam-me de mim mesmo. “Você tem um olhar de filhote de cachorro triste, por isso consegue tudo que quer”. “Você parece feliz, mas sempre que para de falar por um tempo, parece ter uns olhos tão tristes”. “Essa cara de pobre-coitado-menino-sofredor é foda de resistir, dá vontade de levar para casa e dar um banho”. Eu já havia perdido a conta de quantas vezes ouvira aquilo das minhas ex-namoradas e ficantes da faculdade. Os dela não eram muito diferentes. Quando ela finalmente apareceu, com sete minutos de atraso, eu pude perceber.
Meu coração parou por uma fração de segundo e depois disparou, como se os sineiros de todas as catedrais que haviam dentro de mim tivessem enlouquecido. Era engraçado como algumas pessoas passavam vidas inteiras sem mudar o jeito de se vestir. Ela ainda parecia com aqueles sábados em que nós nos encontrávamos no curso de inglês: os tênis All-Star, a calça jeans clara, uma camiseta simples - de alcinha, branca e com corações negros estampados - e o cabelo com rigorosamente o mesmo corte. “Talvez por isso que foi tão fácil reconhecê-la, mesmo depois de todo esse tempo”, pensei. Ou talvez eu reconhecesse aquele rosto e aqueles olhos - antes tão vivos e alegres - em qualquer lugar. Eu jamais saberia.
Como qualquer par de amigos que não se vê há milênios, falamos de amenidades no começo. Casei, separei. Sou funcionária pública, ela dizia. O relato do meu amigo, eu descobria agora, não estava perfeitamente certo. Ela não havia se demitido do trabalho, apenas se licenciado por algum tempo. “Fui diagnosticada com depressão”, ela admite, sem muitas delongas ou o constrangimento que tanta gente tem sobre o tema. “Meu casamento estava indo muito mal e eu desabei. Mas agora tá tudo bem”. Não estava, não era necessário ser um especialista para notar aquela tristeza escondida no canto do olhar.
Falei da minha vida para ela também. Contei que a minha ex-namorada que ela conheceu não deu certo e que, naquela época de fim da adolescência e início da vida adulta, eu tinha muita vergonha de falar sobre o que eu passava. Ela praticava gaslighting comigo, tinha crises de ciúme incontroláveis, me fazia sentir um crápula por coisas que eu sequer havia feito. “Você parecia tão feliz com ela”. “Eu finjo bem”, admiti. “E eu tinha vergonha de mostrar para os outros o que passava. Homem dizendo que a mulher é abusiva? Eu não queria que ninguém soubesse”.
Após quase meia hora de amenidades, eu exponho o elefante na sala de estar. Na verdade, quem começa é ela. Quando a adicionei no Facebook, falei que tinha esbarrado com ela na rua e que ficara com vergonha de cumprimentá-la na hora. Mas que queria muito revê-la depois de tanto tempo, tomar um café, falar sobre a vida. “Por que você sumiu?”, ela pergunta, no meio de um daqueles silêncios que duram mais do que deveriam. Eu tremi por dentro, mas não havia como continuar escondendo.
No começo, falei o básico. Que era de família humilde, como ela bem lembrava, e que o parente que pagava meu curso havia descoberto um câncer. Poucos meses depois, eu perdi meu emprego. Tudo isso num intervalo curto, de três ou quatro meses e perto da virada do ano. “Me ligaram do curso e ofereceram um desconto. Eu era pobre, mas sempre fui orgulhoso. Naquela época, era mais ainda. Burrice minha. Se bobear, eles iam acabar me oferecendo uma bolsa”. “Eles iam”, ela responde. “O Francisco - dono do curso - era maluco por você. Você era um ótimo aluno”. Ela dá um gole no mate que pediu. Meu café esfria ao meu lado. “Mas por quê você não falou nada comigo?”, ela continua.
Eu sabia que estava num daqueles momentos em que poderia mudar radicalmente o dia. Porque eu poderia ter mentido. “Eu não falei porque fiquei com vergonha de ter perdido o emprego”. “Eu não falei porque eu estava muito triste: parente próximo com câncer, desempregado, meu relacionamento com uma pessoa abusiva”. Eram mentiras com um pouco de verdade, mas não revelavam o grande problema. Naquele fim de tarde, eu escolhi não mentir. Nem me esconder. E eu já tinha ensaiado essas palavras dezenas de vezes nas últimas semanas.
“Olha, eu não sei se dava para reparar na época ou não. Não sei era muito óbvio, sinceramente. Mas eu era completamente apaixonado por você naquele tempo. Eu passava a semana inteira pensando no dia em que a gente ia se encontrar, trocar uma ideia no curso, caminhar junto até a sua casa. E eu tinha uma vergonha absurda disso. Eu tinha namorada, você tinha namorado e estava para se casar. Então eu achava errado expor aquilo, ser claro. E eu achava que você não gostava de mim. Eu tinha auto-estima muito baixa e esse relacionamento com essa ex-namorada abusiva só piorou as coisas. Eu me sentia um lixo, então achava que você não ia ligar se eu sumisse. Que ninguém ia ligar se eu sumisse. E foi o que eu fiz. Mas, se você quer uma versão curta da resposta, é essa: eu era completamente apaixonado por você naquela época e quis sumir, sair correndo”.
Enquanto eu falava aquilo tudo, a boca dela se abriu em alguns momentos. Às vezes parecia surpresa, às vezes parecia que ela tentaria falar alguma coisa que se perdia no caminho. Eu fazia esforço para olhá-la nos olhos, mas era difícil. Mesmo depois de todos esses anos. Tentei dar a entender com o tom de cada palavra que aquilo era uma coisa do passado, que não me incomodava mais, que agora eu queria apenas revê-la e saber como andava a vida.
O desabafo foi seguido de um silêncio que tornava-se mais pesado a cada segundo. Havia alguma coisa fervendo dentro dela, dava para ver. Foi aí que os olhos dela brilharam mais do deveriam, lacrimejando. Quando vejo aquilo, sinto que o mesmo vai acontecer comigo, mas me seguro. Ela vira o rosto e olha para além da vitrine, onde um ponto de ônibus está lotado com os clientes do supermercado e estudantes recém-saídos de suas escolas, o trânsito lento e infernal. A acústica é tão boa no bar que o caos de fim de tarde do outro lado do vidro parece uma televisão ligada no mudo. Quando ela me olha de volta, vejo que ela não faz qualquer esforço para esconder os olhos marejados.
“E você nunca me contou nada? Nem pensou em me contar?”.
Eu não sei quantos de vocês já ficaram sem notícias de um parente ou de alguém que você ama por muitos anos. Aconteceu comigo uma vez, com uma tia que desapareceu por quase 10 anos no exterior e reapareceu após ser mantida em cárcere privado por um namorado obsessivo. A sensação é estranha. É como descobrir que um livro que você tinha dado como encerrado tinha uma continuação secreta. As memórias de hoje se misturavam com as de 12 anos atrás, da última vez que li esse livro. Ela começou a contar tudo.
Ela, como eu já disse antes, era o meu ideal de felicidade. Casara cedo, tivera filho cedo, empregara-se no serviço público cedo. Era tudo com o que eu sonhava. Eu sempre quis constituir uma família, ter uma vida simples, ter um filho cedo para poder aproveitá-lo ao máximo. Mas a falta de dinheiro e a busca por uma parceira ideal sempre ficaram no caminho, assim como a carreira. O problema é que ela tinha uma vida muito diferente do que eu imaginava, muito mais parecida com a minha à época.
Acho que já deixei claro o quanto eu era apaixonado por ela no passado. Ela não era bonita nem feia, tinha o tipo de rosto que se perde na multidão sem ser notado. Filha de pai negro e mãe branca, era morena e tinha o cabelo liso levemente ondulado, quase até a cintura. Quando éramos adolescentes, ninguém a elegeria a mais bela da turma, mas dificilmente negariam que tinha seu charme. Eu a achava linda.
Mas ela, como eu, era o tipo de pessoa que tinha a auto-estima no fundo do poço. Como eu, também cresceu em um lar bem humilde. Também colecionou desilusões amorosas. E, como todo mundo já sabe, isso te transforma em um alvo perfeito para relacionamentos abusivos. O namorado dela, assim como a minha namorada à época, era muito bonito e manipulador. E ela achava que ele era a única pessoa que gostava dela, o único que lhe daria atenção. E isso fez com que, por anos, ela suportasse tudo que aconteceu entre eles. Traições, brigas, mentiras, chantagens, ameaças de abandono, ciúmes doentios. A história deles dois era tão parecida com a minha história com minha primeira namorada que eu fiquei assustado. Só que, diferente de nós, eles casaram. Eles colocaram um filho no mundo.
Ele só piorou com o nascimento da criança. Ele não era mau com o filho, ela dizia. Era um pai carinhoso, inclusive. Mas o pouco amor e bondade que ele tinha por ela transferiu-se todo para a criança. Vivia para o trabalho, para o filho e para os amigos.
“A gente chegou a ficar sem se falar por meses”.
“Morando na mesma casa e sem se falar?”.
“Sim. Nem bom dia. Nada. Eu me sentia um fantasma”.
Na contramão dele, ela dobrava-se para dentro de si própria. Abandonou a faculdade para cuidar do filho enquanto o marido formou-se com seu apoio fiel. Vivia para o filho e tinha seus problemas conjugais menosprezados pela família. “É coisa de garoto, ele vai melhorar”. “Homem quando acaba de ter filho é sempre assim”. “Vai passar”. Mas não passou, só piorou. As traições recorrentes evoluíram para uma equação desequilibrada de álcool e uma amante fixa no trabalho que ele sequer fazia questão de esconder. Ele anunciou que ia deixá-la, convenceu-a de que era um bom negócio vender o apartamento que eles haviam comprado. Racharam o dinheiro e ele foi viver a vida. Ela voltou a morar com a mãe, agora viúva.
O filho, nitidamente a coisa mais importante daquela mulher, tornou-se a única razão para viver. A pensão que a mãe recebia era baixa, o salário dela também não era bom. A pensão que o marido dava ajudava a manter uma vida extremamente funcional e sem luxos. As roupas eram das lojas mais baratas. Viagens não existiam. O único gasto relativamente alto era com uma escola particular de qualidade para o filho. O resto era sempre no básico.
Contei para ela sobre o meu sonho de casar cedo, de ter uma vida tranquila e estável. Falei que eu admirava muito a vida que ela escolheu no começo, que era a vida que eu queria ter vivido. A grama realmente é mais verde no jardim do vizinho, ao que parece.
“Mas a sua vida parecia tão tranquila, tão perfeita”.
“A minha?”.
“A sua namorada naquela época era uma menina tão bonita, eu lembro dela. Loira, bonita de corpo. Até lembro que ela fazia medicina e ainda era dançarina. Eu achava ela linda, perfeita. E você… você era sempre tão fofinho. Carinhoso e atencioso com todo mundo. Inteligente pra caralho, nem estudava e tinha as notas mais altas em tudo. Todo mundo gostava de você, todo mundo queria ser seu amigo e você nem se esforçava para isso”.
“Eu não lembro disso…”.
“Porque você não se achava bom. Você tinha 16, 17 anos e sentava para conversar de igual para igual sobre cinema e livro com uns professores de 40 e poucos anos. Você parecia fluente conversando com os professores em inglês e espanhol enquanto a gente tentava chegar perto disso. Passou no vestibular de primeira. Você não percebia, mas você era o queridinho de todo mundo. Você não era o garoto malhado bonitão, você era o garoto charmosinho e inteligente que todo mundo gostava. Eu gostava de você também. Gostava mesmo, de verdade. Eu tinha uma paixãozinha por você. Mas eu achava que eu não tinha a menor chance. Eu achava que eu merecia o meu namorado. Que eu era feia, ruim. Que ele estava certo em me falar aquelas coisas”.
“Eu era completamente apaixonado por você”, eu respondo. “Eu pensava em você todo dia”.
Engraçado como as pessoas se veem de maneira tão diferente. Eu me definia de três formas quando a conheci: eu sou gordo, eu sou feio, eu moro num dos bairros mais pobres e violentos da cidade. No dia seguinte, de manhã, eu olharia minhas fotos de 12, 14 anos atrás e me surpreenderia com quem eu via ali. Eu era bonito, só um pouco acima do peso. Com 16 anos, eu já era o barbado da turma antes de barba ser coisa hipster. Na foto do colégio, uma das últimas do terceiro ano, eu parecia tão dono de mim, tão no controle. Eu tinha aquela cara de inteligente e rebelde. Por dentro, eu era completamente diferente. Inseguro, assustado, sem auto-estima alguma e com uma namorada abusiva.
São sete e meia e a noite já começa a cair no horário de verão. Educadamente, uma das atendentes nos indica que a galeria onde o café funciona vai ser fechada em breve. Eu pago a conta e nós ficamos meio perdidos, sem saber o que fazer. Ela ainda tem os olhos inchados, eu também. Os funcionários da loja nos olham de forma surpreendentemente carinhosa, não sei o quanto eles escutaram do desabafo.
Saímos em silêncio do café, ela atendeu a uma ligação da mãe. Minha esposa estava fora do estado e só voltaria dali a alguns dias, então eu estava bem relaxado em relação às horas.
“Não sei se você precisa voltar para a casa por causa do Hugo, mas tem um bar aqui perto que é bem vazio a essa hora. A gente pode sentar pra conversar”, eu digo.
“A gente tem mais coisa para conversar?”. Ela pergunta sorrindo, não vejo nenhum traço de mágoa no seu rosto.
“Claro que tem. Doze anos não se resolvem em duas horas”.
Fomos para um bar pequeno ali perto, um que eu costumava frequentar nos tempos de faculdade. Nos tempos em que eu pensava nela e não me achava capaz de tê-la. Ele pouco havia mudado de 12 anos para cá: a mesma atmosfera que fazia dele aconchegante e levemente depressivo ao mesmo tempo. Era um bar das antigas, com azulejos portugueses azuis e poucos frequentadores. O atendimento era excelente e o preço razoável para a região, mas aquela estética de 40 anos atrás parecia espantar os frequentadores mais jovens. Os poucos que iam lá, no entanto, eram fiéis. Como eu fui no passado.
Nos sentamos no fundo do bar vazio em plena terça-feira e desnudamos nossas vidas um para o outro. “Eu quero saber quem você é”, eu comecei. “A gente falava sobre um monte de coisa, mas eu não sei nada sobre você. Sobre sua família. Sobre sua infância, quem você é. E você não sabe nada sobre mim”. Ela riu. “Você é maluco”. “Não, só quero te conhecer melhor. Compensar por ter sido um babaca há doze anos”.
A conversa foi agridoce. O que mais me assustava era como tínhamos origens semelhantes, desde a família até a criação. Os dois criados no subúrbio do Rio de Janeiro, os dois de famílias humildes que, por conta da pobreza e da necessidade de contar uns com os outros, permaneciam unidas. Primos de terceiro ou quarto grau criados próximos, filhos que casavam e formavam suas famílias nas casas dos pais. Assim como a minha família, a dela investiu tudo que tinha para que ela estudasse em um colégio particular até que eventualmente ela passou para uma escola pública de elite.
Nossas duas famílias tinham essa estranha tradição carioca que mistura catolicismo, umbanda e espiritismo, um sincretismo religioso que eu, como ateu, tenho dificuldade em entender - mesmo tendo crescido nesse meio. Assim como eu, achava-se feia, indesejada na adolescência. Isso fez com que rapidamente trocasse o mundo cor de rosa pelo rock e pelos livros. No meu caso, eu acrescentaria videogames e RPG, mas o resto não mudava muito.
“Na minha escola, tinha muita patricinha, muito playboy. Eu não aguentava eles. E eles sabiam que eu era pobre, então não se misturavam muito comigo”. Contei a minha versão para ela. “Eu gostava de ler, RPG e jogar videogame. Mas eu era muito pobre, fodido mesmo. E isso tudo era coisa de gente com grana na época, né? Então eu acabei ficando amigo dos nerds na época por conta dos gostos comuns. Eu tive sorte, demoraram a perceber que eu era pobre. Eu tenho toda a pinta de gente com grana, essa cara de europeu que engana. Quando perceberam que eu era duro, foi só no segundo grau. Ali eu já era um pouco mais cascudo, tinha bons amigos”. Ela não.
Era tudo tão igual que, em dado momento, eu parei de falar que havia sido igualzinho comigo. Eu esperava ela terminar a parte dela. Falava a minha. E intercalávamos nossas histórias, os dois surpresos com as semelhanças. Provavelmente a grande diferença era a vida dela após ter o filho e abandonar a faculdade. Ela trabalhava em uma repartição pública onde tinha 20 anos a menos do que a segunda funcionária mais nova, se afastou dos amigos. Era estranho conversar com ela. Não usava redes sociais praticamente, apenas para trocar mensagens com parentes distantes e mostrar fotos do filho para eles. Não via séries, não tinha Netflix - só novelas. Não conhecia bandas novas, não era muito de ir ao cinema. Era uma sensação estranha, mas parecia que boa parte da vida dela tinha parado em 2006 ou 2005. Os hábitos dela e poucos hobbies pareciam os de uma pessoa de 50 e poucos anos.
Me doeu imaginar o que poderia ter sido, o que poderíamos ter feito juntos, como poderíamos ter sido bons um para o outro. Pensei na minha esposa, que tem um perfil familiar radicalmente diferente do meu. Ela vem de uma família de classe alta, só com engenheiros e funcionários públicos de elite. O mundo dela era muito diferente do meu, tão diferente que às vezes me assustava. Famílias que não se falavam e que, mesmo endinheiradas, brigavam por herança e cortavam laços de vida por conta de bens que eles não precisavam. Todos católicos ou evangélicos, sem exceção. No máximo um ou outro ateu escondido no armário, como eu.
Essa diferença nos causava estranhezas, pontos de atrito que me surpreendiam. Quando eu elogiava a decoração de uma festa, ela falava do preço e da empresa que a produziu. Ela sentia uma obrigação social em aparecer em eventos familiares ou do círculo social deles, de ser e parecer uma boa esposa. Eu só queria estar onde eu estava afim e quando eu estivesse afim, nunca vi a família como uma obrigação social. Eles discutiam herança entre irmãos com os pais bem vivos, nós nos preocupávamos em fazer companhia à minha mãe quando meu pai morreu. Já era meio subentendido que abriríamos mão de qualquer coisa e deixaríamos tudo para minha mãe, tendo direito ou não.
Havia uma preocupação com patrimônio, normais sociais e aparências que, por muitas vezes, me assustavam. Muitas vezes ela parecia desgastada ou enojada com isso também, mas fazia porque alguém na família tinha que fazer, porque era tradição, porque sempre foi assim. Eu assistia àquilo atônito, impressionado como uma família tão numerosa quanto a minha - com literalmente dezenas de primos e tios até de terceiro grau que moravam em um mesmo bairro - era tão mais simples e unida do que uma dúzia de endinheirados que pareciam brigar por coisas fúteis.
Ela, que estava ali do meu lado, não. Tudo que ela me contava soava como uma cópia fiel da minha família, apenas em escala ligeiramente menor. Pensei em como as coisas seriam simples ao lado dela, despreocupadas, tranqulas. Que eu não passaria a vida sendo julgado pela família da minha companheira como o ex-pobre com pinta de hipster que conseguiu ganhar algum dinheiro, mas não tem muita classe nem é muito cristão, como nos últimos anos.
As palavras que saíram da boca dela depois de uns dois ou três copos de cerveja poderiam muito bem ter sido lidas do meu pensamento. “Você acha que a gente teria sido um bom casal? Que a gente ia se dar bem?”.
“Não tem como saber”, eu respondi. “Mas a gente pode imaginar”. E a gente começou a brincadeira mais dolorosa da noite, imaginando como seria se tivéssemos ficado juntos 12 anos atrás.
“Eu jogava videogame para caralho, você ia se irritar. E eu ia te pentelhar para jogar comigo”, eu comecei.
“Eu gostava de videogame, só não jogava muito. Eu ia te arrastar para show da Avril Lavigne e da Pitty, você não ia gostar”.
Eu sorri. “Eu não tenho nada contra as duas”.
“Britney e Justin Timberlake também”.
“Porra, aí você já tá forçando a barra, amor tem limite”.
Falamos sobre meus primeiros estágios, sobre como eu era maluco e fazia dois estágios e faculdade ao mesmo tempo. Saía de casa às cinco da manhã e voltava às onze da noite. Tudo para conseguir ter uma grana legal, já que na minha área os estágios eram ridiculamente baixos. Ela falava sobre a rotina de estudos para concurso, sobre como foi difícil conciliar a faculdade - que ela eventualmente abandonou por causa do filho - com o recém-conquistado emprego público. Eu falava do meu início de carreira, que foi bem melhor do que eu jamais imaginara, como subi rapidamente. Como eu achava estranho ganhar a grana que eu ganhava - que não era nada extravagante, garanto - mas meus hábitos simples faziam com que eu mal gastasse metade do salário. Ela falava da depressão que tomou conta dela ao perceber que estava num emprego extremamente burocrático e ineficaz, deixando-a incapaz de buscar outras alternativas. Falamos sobre a morte dos nossos pais, que parecem ter conspirado para falecer no mesmo ano.
Em algum momento, a cabeça dela repousou no meu ombro. Eu não soube o que fazer. Pensava apenas na minha esposa, em jamais ter traído ela nem nenhuma outra mulher. Foi aí que eu percebi que ela chorava e, novamente, eu chorei também.
“É engraçado a gente ter saudade de algo que a gente não teve”, eu disse, lembrando de um livro que eu li há muito tempo.
“Acho que a gente seria um casal do caralho”, ela disse, com um inesperado sorriso entre as lágrimas.
“Ou talvez a gente se detestasse e desse tudo errado, a gente nunca vai saber”.
“A gente nunca vai saber”, eu repeti, mentalmente. Como um vírus, a ideia se espalhou dentro de mim rapidamente. “Eu posso fazer uma diferença na vida dessa mulher, na vida do filho dela, na própria família dela. Eu posso ter uma vida mais tranquila ao lado dela, sem essas picuinhas de família rica. Minha esposa pode encontrar um homem muito melhor para ela. Um cara rico, cristão e que tenha a classe e pose que a família dela tanto quer. Isso pode acabar bem para todo mundo”.
Mas não podia. Lá no fundo, eu sabia que não podia. Eu tinha quase uma década de história com minha esposa. Eu tinha um casamento plenamente feliz atrapalhado por alguns poucos problemas familiares e inseguranças minhas. Tínhamos uma química ótima, gostos parecidos para livros e filmes, nos dávamos bem na cama. Valia a pena jogar aquele relacionamento tão bom e funcional - algo que me parece cada vez mais raro hoje em dia - por uma aventura fugaz? Um remorso do passado? Em um relacionamento com uma estranha que eu estava voltando a conhecer havia algumas horas?
“Você nem a conhece”, dizia a cabeça. “Ela é igual a você”, dizia o coração.
No fim das contas, eu segui a cabeça. Conversamos até quase dez da noite. Pegamos um Uber e fiz questão de deixá-la em casa, um prédio pequeno em um bairro abandonado do subúrbio. Quando o carro parou, ela se demorou um pouco do meu lado e, por impulso, eu segurei a mão dela. Ela me encarou assustada e ansiosa. Eu pensei em beijá-la, em ligar o foda-se e jogar tudo para o alto ali mesmo. Mas eu só desci do carro com ela na rua deserta e caminhamos juntos para dentro do prédio, sem saber exatamente o que a gente estava fazendo. Pedi para o motorista me esperar e disse que depois acertava uma compensação com ele.
“Eu vi o seu Facebook. Você é casado com uma mulher linda. E inteligente. Você não vai me trocar por ela. Nem eu quero acabar com o seu casamento”.
“Você acha ela linda e inteligente?”.
“Você sabe que ela é”.
E então eu desabafei. Falei que passei as últimas semanas reavaliando meu casamento e meu futuro, encarando a foto dela no Facebook de tempos em tempos. Que meu coração quase parou quando encontrei-a pela primeira vez. Que eu gostava de tudo nela. Da dedicação como mãe, da simplicidade, dessa aura de pessoa correta que ela exalava sem fazer esforço, desse espírito suburbano e familiar que ela tinha. Dos olhos dela, tão animados no passado e tão tristes agora. De como eu estava me segurando para não beijá-la naquele dia todo.
“Você é linda. Eu sei que você se acha feia, eu sei que você acha que ninguém vai se interessar por você. Mas você é uma mulher foda, e nem preciso subir para saber que você é uma mãe foda, uma filha foda. Não deixa a vida passar. Eu tenho certeza que tem mais gente que, igual a mim, já percebeu isso em você e não sabe como falar. Não faz de novo a mesma coisa que a gente fez lá atrás. Eu só queria que você soubesse disso porque eu acho que você merece ser muito mais feliz do que você é agora. E você não tem ideia de como você me deixou maluco esses dias todos. Eu sou bem casado com uma mulher linda sim, mas só de encontrar você eu tive vontade de jogar tudo para o alto”.
Foi um monólogo mais longo do que eu esperava. De novo, ela chorou. Dessa vez, eu contive as lágrimas. O abraço que partiu dela foi um dos melhores e mais tristes que já ganhei na minha vida. Havia ali uma história de amor não vivida, saudades de uma história que jamais colocamos no papel, de um mundo que nunca existiu. Ela me apertou forte e eu sentia minhas mãos tremerem.
Encostamos as laterais do rosto um do outro, aquele prenúncio de um beijo adiado. E que tive que usar todo auto-controle do mundo para manter adiado. Me afastei, olhei nos olhos dela, sorri e fui embora. Quando o Uber saiu, ela ainda estava parada na portaria e minhas mãos ainda tremiam.
Eu não sei se essa história acaba aqui ou não. Mas eu tenho quase certeza que sim. Algum dia eu vou contar tudo isso para a minha esposa, mas vou esperar esse sentimento morrer primeiro. Eu conheço ela o suficiente para saber que, em um bom momento, ela não ficaria triste com essa história. Eu até consigo imaginar a reação dela, repetindo a frase que ela me diz desde que a gente casou. “Eu te conheço. Você não vai me trair com alguma gostosona oferecida por aí. Se alguma coisa acontecer, você vai se apaixonar por alguém. Eu te conheço, você é romântico. Mas a gente se resolve”.
Quando cheguei na minha casa vazia, sentei e escrevi quase tudo isso de uma tacada só. Sem revisão, sem pensar muito. Eu acho que eu poderia escrever dezenas de páginas sobre os detalhes da conversa, mas isso aqui já está longo demais. Antes de dormir, eu vejo que tenho uma mensagem no Whatsapp.
“Foi muito bom encontrar você”.
Toda aquela tentação de falar algo mais grita dentro de mim, se debate.
“Foi bom te ver também :) “.
Por via das dúvidas, coloquei o celular em modo avião e suspirei. “Eu tô feliz ou triste?”, me perguntei. Parece uma pergunta simples e relativamente objetiva, mas eu não soube responder. Eu custei a dormir, com medo de sonhar com ela. Quando eu acordo no dia seguinte e me preparo para ir ao trabalho, a impressão que eu tenho é de que tudo foi um sonho. Vê-la, reencontrá-la, chorar, abraçá-la.
E, como quando a gente acorda de um sonho triste, eu volto a viver minha vida normal para esquecer. Hoje tem reunião com cliente. À noite, preciso pegar minha esposa no aeroporto.
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2017.11.13 21:35 tombombadil_uk Today I fucked up: a estranha sensação de reencontrar um amor do passado 12 anos depois / Parte 2

Não esperava que a Parte 2 ia rolar tão cedo, mas tem atualizações aí. Para quem quiser, dessa vez tem um TL/DR no fim.
A parte 1 é essa aqui: https://www.reddit.com/brasil/comments/7c6tsx/today_i_fucked_up_a_estranha_sensa%C3%A7%C3%A3o_de/
PS.: escrevi isso aqui correndo assim que cheguei em casa, então provavelmente pode estar confuso ou com uns errinhos. Nem de perto foi tão trabalhado quanto o conto que eu fiz da primeira parte. Me desculpem de antemão.
Tive uns dos finais de semana mais atípicos dos últimos anos. Acho que nunca viajei tanto em memórias e dúvidas. Será que realmente rolava alguma coisa? Aliás, será que foi ela mesmo que eu vi na rua? Ela aprecia tão mais velha que talvez sequer fosse a mesma pessoa. E cá estava eu viajando porque uma pessoa aleatória me morou na rua e eu a confundi com alguém que não vejo há doze anos.
Ainda assim, embarquei na onda da nostalgia. Escutei os CDs do Linkin Park, System of a Down, Evanescence e Radiohead que a gente ouvia na época, baixei alguns jogos que eu jogava na época (Xenosaga, Burnout e alguns outros) e coloquei no PS2 que eu achei por um preço ridículo numa feira de rua. Assisti Anjos da Noite e Oldboy, dois que eu lembro de ver naqueles tempos. Domingo eu estiquei a ida à feira e fui até o curso de inglês que frequentávamos juntos, refiz o caminho de lá até casa onde os pais dela moravam. Antes que perguntem, não, eles não moram mais lá. Sei disso porque a casa apareceu à venda há muito tempo.
Foi um fim de semana agridoce. A esposa me achou meio para baixo, eu revirei horas no travesseiro antes de conseguir dormir. Segunda de manhã, indo para o trabalho, eu já estava mais sossegado. Cheguei à conclusão que havia uma enorme possibilidade daquilo tudo ser um baita mal entendido, que aquela mulher sequer era ela. E que eu provavelmente jamais a encontraria na minha vida. E me preocupar com algo tão inatingível era sem propósito algum. O fato de eu ter tentado encontrá-la no Facebook por horas sem sucesso só reforçava isso.
Eu conhecia apenas um dos seus sobrenomes, mas ela não aparecia de forma alguma. Tentei com sobrenome aleatórios algumas boas 20 vezes, devo ter aberto mais de 200 perfis. Nada. Nem sinal.
Mas eu queria falar com alguém sobre aquela história, então decidi me abrir com um amigo do trabalho que é bem gente fina e em quem confio. Passei o almoço contando a história e depois ficamos uns 40 minutos discutindo o assunto. A conclusão dele foi a mesma da galera daqui: "Caralho, como você não falou com ela? Dava um oi, chamava pra conversar".
Falei para ele também que estava começando a duvidar de mim mesmo. Ela estava com uma aparência tão mais velha e nós temos a mesma idade, eu dizia. "Cara, classe média baixa, dois filhos com 20 e poucos anos, voce nem sabe se ela é casada ainda ou não. Às vezes virou mãe solteira e está numa luta fodida".
Quando voltamos para o trabalho, fiz mais uma rodada de pesquisa no Facebook. Talvez fosse uma memória embasada do passado, talvez fosse só uma coincidência, mas eu cismei com o sobrenome Ferreira. Não era o sobrenome que eu sabia com certeza, só um chute que ficava martelando a minha cabeça. Parte de mim dizia que era confusão. Eu tinha uma amiga com o mesmo nome dela é Ferreira no sobrenome, provavelmente estava só confundido as coisas.
Nesse processo, aprendi que o Facebook te dá resultado diferentes para a mesma pesquisa quando você a faz de tempos em tempos. E logo depois desse desabafo, como se falar em voz alta fizesse ela se materializar, ela apareceu. O mesmo rosto de 12 anos atrás, o mesmo sorriso, os mesmos olhos. Minha mão tremeu no computador, levantei para pegar um café é uma água. Respirei fundo, e voltei para ver o resultado.
No começo, senti um misto de alívio e decepção. Ela parecia exatamente como 12 anos atrás, então não era possível que aquela mulher que encontrei na semana passada fosse ela. Abri o perfil e comecei a ver as fotos, os filhos, a pouca vida dela que aquela janela mostrava. Quando abri uma foto mais recente da linha do tempo, a verdade voltou com um soco no estômago: eu realmente a encontrara. A foto de perfil era antiga, mas as mais recentes não deixavam espaço para dúvidas. Eu tinha esbarrado com ela.
Chamei meu colega de trabalho para tomar um café e mostrei as fotos no celular. "Se você não me dissesse que ela tem a mesma idade que a gente, eu nunca ia acreditar em você. Ela parece uns dez anos mais velha, mas era a menina bonita antigamente". E fez a pergunta que eu já estava fazendo mentalmente. "Porra, uma porrada de foto com a família e os filhos, mas e o pai?".
A resposta eu encontrei na lista de amigos dela. Percebi que tinha amigos em comum com outra pessoa da família que tinha o mesmo sobrenome, um amigo farmacêutico que começara a trabalhar em uma farmácia perto do ligar onde trabalho. Era perfeito. Liguei para ele dizendo que queria trocar uma ideia, mas ele tinha acabado de ser transferido para outra unidade da rede para cobrir uma unidade. Com um fogo no cu absurdo, larguei o foda-se no trabalho, peguei um Uber e fui para lá.
No caminho, eu já não sabia bem o que estava fazendo. Eu ficava vendo e revendo aquelas fotos no celular no caminho, lembrando mais e mais dela. É engraçado lembrar de uma pessoa com quem você teve um relacionamento tão profundo e tão curto há tanto tempo. Às vezes eu não sabia bem se eu estava lembrando de alguma coisa ou se eu estava fantasiando, se estava extrapolando algumas memórias.
Fuçando o Facebook dela - curtidas, comentários, gostos, fotos - eu via que ela era exatamente o que eu imaginava. Uma pessoa extremamente simples, de família de classe média baixa, com um estilo de vida simples, bem família e discreta. Os filhos pareciam ser o primeiro lugar em tudo.
Encontrei meu amigo por volta das 16h e subi para a sobreloja da farmácia. Ele vivia falando que o trabalho dele era um marasmo absurdo e tudo que ele fazia quase o dia inteiro era ficar no segundo andar jogando 3DS e como ele estava prestes a comprar um Switch só por conta disso. "Queria ter esses problemas no meu trabalho", brinquei.
Esse meu amigo não é super próximo, mas nos conhecemos há uns 15 anos e crescemos na mesma vizinhança. Apesar de não ser o tipo de pessoa para quem eu desabafo, é alguém em quem eu confio demais. Contei para ele a história toda. "Porra, mas achei que você e XXXX fossem felizes. Vocês têm uma vida tão tranquila". A gente é, eu expliquei. Na verdade eu sou feliz para caralho com a minha vida conjugal, "mas essa ogiva nuclear me fodeu completamente. Pelo menos nesse fim de semana".
É aqui que a história dá uma guinada um pouco para pior. Meu amigo farmacêutico é o tipo de cara que está a cada semana com uma mulher diferente. Os namoros nunca duravam muito. Ele é pintoso e gente fina, então é o tipo de cara para quem chove mulher. E uma dessas mulheres era prima dela, uma mulher com quem ele saiu até por bastante tempo (quase seis meses) dentro dos parâmetros dele.
Ele não lembrava os detalhes, mas ela ficou "falada" na família por conta da crise no casamento. Casou nova, passou para um concurso público que pagava bem mal, mas pelo menos era um emprego garantido, e teve um filho logo no primeiro ano do casamento. No começo, parecia conto de fadas: os dois colegas de escola casam, passam em concursos públicos diferentes (naquele boom de concursos que rolou entre 2005~2010) e têm dois filhos bem rápido. Aos 22 anos, eles já tinham a vida "feita" para alguns padrões.
Mas isso não durou muito. Meu amigo farmacêutico não sabia dos detalhes, obviamente, mas o cara se arrependeu de ter casado tão cedo. Ela largou a faculdade para se dedicar aos filhos. Ainda assim, faltava tempo para cuidar dos dois. Ela largou o emprego público também para se dedicar às crianças e virou dona de casa em tempo integral.
"Ela passou em um concurso público de primeira, eles achavam que ia ser fácil entrar em órgão público mais tarde, quando as crianças estivessem maiores". Burrice do caralho, pensei. A procura por concurso público cresceu vertiginosamente e as vagas minguaram. Agora até os concursos mais bundas tinham altíssima concorrência.
Aparentemente, boa parte da família foi contra. A gente está falando de uma família de classe média baixa de um subúrbio bem quebrado. Para eles, aquela vaga no emprego público era a garantia de que ela teria estabilidade para a vida toda. Ela insistia que o marido tinha um emprego melhor e que eles economizariam tendo ela como dona de casa.
Passaram algum tempo juntos dessa forma, mas o cara ficou de saco cheio. Meu amigo não sabe se chegou a acontecer traição ou não, mas ele enjoou daquela vida. Achava que tinha casado muito cedo, que não tinha aproveitado a vida. Que os dois se precipitaram, que ele não tinha vivido. Que ele não queria ficar preso naquela vida desde tão cedo.
E meteu o pé.
Na família, segundo meu amigo, rolava um misto de pena e revolta com a menina pelas decisões dela. No final das contas, ela voltou para a casa dos pais, entrou em depressão e passou a viver em função dos filhos. Ela não conseguiu terminar a faculdade e jamais a reatou por causa deles também.
Caralho.
No caminho para casa, eu fiquei pensando o quanto aquilo era triste e curioso. Triste por razões óbvias. Curioso porque ela viveu o meu sonho. Sei que pode parecer besteira, mas meu sonho sempre foi casar e ter filhos cedo. Eu nunca fui um cara muito da pegação - até porque, como já disse aí, sempre tive a auto-estima muito baixa - e sempre quis ter uma família, meu sonho sempre foi ter filhos. E eu queria curtir os meus filhos o máximo que pudesse. Imagina você com 32 e um filho de 10 anos? Quanta coisa gostosa você não ia poder compartilhar, viver junto? Acho que o passar do tempo torna o abismo entre as gerações cada vez maior, o que dificulta essa aproximação entre pais e filhos. Em tempo, é só uma opinião pessoal. Não tenho filho, então não tenho muita voz nisso e posso estar redondamente enganado.
Ela viveu o meu sonho, mas tudo deu radicalmente errado. Hoje eu entendo como deve ser problemático casar cedo. Eu casei com 26, o que muita gente já chamaria de cedo hoje em dia. Mas caralho, casar aos 20? Eu precisaria ter certeza absoluta de que estava com uma ótima pessoa ao meu lado, mas é difícil a gente chegar a essa conclusão tão cedo. A maioria das garotas com quem saí entre meus 18~22 anos jamais estariam na minha lista de possíveis esposas hoje em dia. Algumas são minhas amigas até hoje, mas a grande maioria ganhou pensamentos e posições que vão contra quase tudo que eu acredito.
Tentei imaginar a vida dela agora. 32 anos, dois filhos, divorciada, sem faculdade e depois de largar um emprego público, morando na casa dos pais. Os posts e fotos dela no Facebook tem um quê de agridoce. Parece haver um amor incondicional pelos filhos e pelo desenvolvimento deles. Mas ao mesmo tempo parece haver uma triste por não ter aproveitado a vida. Encontrei até um post antigo em que ela nunca tinha andado de avião e sonhava em conhecer a Europa, postava fotos dos lugares que gostaria de viajar, lia livros sobre eles.
Eu sei que isso pode soar paternalista, mas tudo isso me pesava muito o coração. Me dava vontade de ir lá, de mudar a vida dela, de levá-la para Paris, Roma, Praga, Porto, as poucas cidades que visitei nas vezes em que fui para lá. Me dá vontade de correr para encontrá-la, abraçar, ficar com ela, conversar, qualquer merda.
Mas aí eu caio na realidade. Cá estou eu, casado, relativamente estabelecido, vivendo super de boa até sexta-feira. E se eu puxar uma conversa no Facebook para encontrá-la, chamar para um café pelos velhos tempos e falar que fiquei sem jeito de puxar papo com ela quando a vi na praça sexta-feira? O que eu vou dizer?
Depois de explicar porque saí do curso daquele jeito, 12 anos atrás, vou falar que era completamente apaixonado por era e que estava me sentindo feito um adolescente agora? Será que não vou adicionar mais um arrependimento para a lista dela, partindo do princípio que ela talvez também sentisse algo por mim à época? E se não sentia, de que isso serviria?
E não sei as consequências que vê-la pessoalmente podem ter. Sim, ela parece bem mais velha e o tempo não foi bom com ela. Mas eu ainda a acho linda e sinto um aperto no coração idiota toda vez que olho para as fotos dela no Facebook. Eu tenho medo de aparecer, me mostrar como algum exemplo da felicidade e bom senso (sim, já escutei de amigos meus que tenho a vida "perfeita demais" por conta do meu bom senso em geral, apesar de eu achar que tenho uma vida ok, só pautada pelo "pensar antes de fazer") que apenas acentue as más escolhas dela. Eu tenho medo de não aguentar e fazer merda, de estragar um casamento que vai bem para caralho.
Ela está aqui, a um clique de distância, e não sei o que fazer. Nem se devo fazer alguma coisa.
TL/DR: achei a menina no Facebook depois de chutar dezenas de sobrenomes diferentes. Ela está divorciada, largou um emprego público e parece estar numa fossa fodida. Eu não sei se devo fazer alguma coisa ou deixar esse feeling morrer e continuar vivendo deixando esse fuck up de ter sumido da vida da menina para trás.
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